Saúde

Saúde (52)

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O consumo de carne proveniente de matadouros clandestinos, sem higiene e exposta a todo tipo de contaminação, pode acarretar diversos problemas de saúde, em casos mais graves pode chegar até a morte. O alerta foi feito pelo médico infectologista e professor universitário, Marcos Aurélio. Segundo ele, a doença mais preocupante é a cisticercose, que, instalada nos seres humanos, pode comprometer o sistema nervoso central.

“A cisticercose é uma infecção transmitida diretamente pelo manuseio inadequado e consumo de uma carne já contaminada na origem. A verminose se encontra na carne, depois que ela é ingerida, o consumidor pode desenvolver a teníase, conhecida como solitária. Em ambientes contaminados por ela, também é possível desenvolver a neurocisticercose, quando essa infecção ataca o sistema nervoso central, a pessoa pode ter sequelas neurológicas, convulsões, e em casos mais graves pode chegar até a morte”, alertou Aurélio.

Ele explica que as doenças podem ser adquiridas tanto pela contaminação como pela procedência. Tem a carne que pode ser contaminada por bactérias, em locais sem higiene e insalubre, sem refrigeração, ou pelas mãos das pessoas, a chamada carne fresca, que as pessoas têm o hábito de tocar. “Todo esse ambiente é favorável à contaminação bacteriana, que causa diarreia, vômitos, mal-estar, como também por estarem expostas ao ar livre, em bancas, é muito fácil a contaminação por vírus respiratórios, que causam a gripe”, comentou.


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Marco Aurélio explica que algumas bactérias, que nas mãos das pessoas não causam nada, em um alimento pode encontrar um ambiente favorável para se reproduzir e produzir toxinas. A higiene neste caso é imprescindível, porque assim que ela é ingerida, a carne pode estar carregada de toxinas que levam a quadros graves, que vão desde um simples mal-estar, dores de cabeça, podendo chegar a um choque séptico, infecção generalizada e a morte.

A refrigeração da carne é outro ponto importante. O médico explica que, quando a carne fica exposta em temperatura ambiente, ocorre uma multiplicação bacteriana. “Elas crescem com maior facilidade em temperaturas quentes. Para um pequeno número de bactérias, o seu organismo consegue responder facilmente. Mas, se tem muitas bactérias, aí é mais difícil o organismo responder, é onde ocorrem os casos mais graves. Para evitar a disseminação das bactérias, a carne deve ser mantida refrigerada ou congelada”, disse.

Orientação

De acordo com o médico, alguns cuidados devem ser observados pelos consumidores na hora de comprar carne. O ambiente deve ser higiênico, deve-se evitar locais abertos, onde a carne fica exposta sem conservação. A forma como esse alimento é vendido também é fundamental. Mas ele lembra que isso não é suficiente. Os órgãos fiscalizadores também devem atuar, comprovando que o que está sendo produzido e vendido está de acordo com a legislação, como o serviço de inspeção. “É importante lembrar que depois de comprada, a carne deve mantida em boas condições de conservação, ou seja, deve ser colocada na geladeira para não proliferar as bactérias”, pontuou.

|Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação

vACINA FEBRE AMARELA
Com a proximidade do Carnaval, a procura pela vacina contra a febre amarela tem aumentado consideravelmente nas Unidades de Saúde da Família (USFs) de Aracaju. No entanto, o que muita gente não sabe, é que a imunização não é indicada para todos os casos.

De acordo com a coordenadora do Programa Municipal de Imunização, Ilziney Simões, o número de vacinas é suficiente para quem vai viajar nos próximos dias para as áreas de risco. “Porém estabelecemos critérios para quem realmente precisa se proteger contra o vírus. Por isso, se o usuário não for para uma zona de risco, o acesso à vacina não será liberado. Para comprovar, o usuário pode apresentar a passagem de ônibus ou avião, uma cópia da reserva de onde ficará hospedado, a inscrição de algum evento, ou até mesmo o comprovante de residência, caso a viagem seja para casa de parentes nessas áreas”, informou.

Ilziney diz ainda que a vacina é de dose única, ou seja, não há a necessidade de ser aplicada novamente em quem já foi imunizado. “Antigamente havia um entendimento de que a vacina contra a febre amarela deveria receber um reforço a cada dez anos, porém, com base nos novos estudos científicos, constatou-se que uma única dose confere proteção para toda vida”, garantiu.

Restrições
A coordenadora informa que pessoas com 60 anos ou mais devem apresentar relatório médico que indique que não há contraindicações para receber a vacina. Esta orientação também é válida para gestantes, pessoas com doenças autoimunes, e pessoas que vivem com HIV. Outro cuidado a ser considerado é se o indivíduo possui alergia ao ovo. Nesse caso, ele não poderá ser vacinado contra febre amarela.

Transmissão
Diversos usuários têm mostrado preocupação com o contágio através de pessoas infectadas que vêm para Aracaju. Porém, segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Taise Cavalcante, não há nenhuma possibilidade do contágio ocorrer desta forma.

“Hoje, o vírus da febre amarela é transmitido somente pela picada dos mosquitos transmissores infectados [os vetores Haemagogus e Sabethes]. A doença não é passada de pessoa a pessoa, tão pouco de animais para o ser humano. É importante destacar que temos apenas registros do chamado ciclo silvestre, onde os primatas não humanos (macacos) são os principais hospedeiros, e o ser humano participa como um hospedeiro acidental ao adentrar áreas de mata e ser picado pelos vetores infectados”, esclareceu.

Aplicação da vacina
Atualmente, oito USF’s oferecem a vacina contra a febre amarela em Aracaju, além da sala de vacina do Ipesaúde. Cada unidade disponibiliza dois dias da semana, das 8h às 17h, para melhor comodidade das pessoas que vão viajar para as áreas de risco.

Confira os dias em que haverá aplicação da vacina nas unidades da capital:
Dona Sinhazinha, no bairro Grageru (às quartas e sextas-feiras);
Edézio Vieira de Melo, no Siqueira Campos (às segundas e quintas); 
Joaldo Barbosa, no bairro América (às terças e quartas);
Augusto César Leite, no Conjunto Santa Tereza (às segundas e quartas);
Maria do Céu, no Centro (às terças e sextas);
José Machado de Souza, no Santos Dumont (às segundas e terças);
Lauro Dantas Hora, no Bugio (às quartas e sextas);
 Celso Daniel, no Conjunto Padre Pedro (às segundas e quintas).


|Com informações de SMS

 

Revalida

Os resultados da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2017 foram divulgados hoje (12). Para consultar as notas, os candidatos devem acessar o portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Para o acesso é preciso digitar o número do CPF – Cadastro de Pessoa Física -  e a senha obtida no momento da inscrição. Foram divulgados também os gabaritos definitivos das provas e os padrões de resposta definitivos da prova discursiva.

Todos os participantes aprovados na primeira etapa e cuja inscrição conste como confirmada, estão aptos a fazer a segunda etapa do Revalida 2017. O período de confirmação de inscrição para a segunda etapa e a data para realização da prova serão divulgados pelo Inep.

A primeira etapa do Revalida é uma avaliação escrita formada por prova objetiva de 100 questões de múltipla escolha, e uma discursiva, com cinco questões. A segunda etapa avalia as habilidades clínicas com o participante executando tarefas práticas para uma banca examinadora.

Quem pode fazer o Revalida

A prova do Revalida é aplicada a estrangeiros e brasileiros que se formaram em medicina em outro país e querem ter o diploma reconhecido no Brasil para exercer a profissão no país.

Podem participar brasileiros ou estrangeiros em situação legal de residência no Brasil que tenham diploma médico obtido em instituição de ensino superior estrangeira, reconhecida pelo Ministério da Educação ou órgão equivalente do país de origem. O diploma precisa estar autenticado pela autoridade consular brasileira.

|Fonte: Agência Brasil

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O último sábado de 2017 foi marcado pela saúde e prevenção. Aconteceu no Centro Cultural São João de Deus, na rua de São João, em Aracaju, o Mutirão de Réveillon contra o Diabetes. O evento foi organizado pelo vereador Professor Bittencourt, líder do prefeito na Câmara Municipal, em parceria com o Centro de Diabetes de Sergipe. Cerca de 500 pessoas, entre jovens, adultos e idosos do bairro Santo Antônio e de diversas comunidades da capital receberam o acompanhamento do médico endocrinologista Raimundo Sotero e de toda equipe.

“Essa ação foi especial e marcou o encerramento de nossas atividades com as comunidades no ano de 2017. Trouxemos serviços gratuitos como teste de glicemia para a detecção precoce do diabetes, aferição da pressão arterial, dicas de saúde com nutricionistas e a consulta com o Dr. Sotero. Levar saúde gratuitamente para quem mais precisa é essencial. Foi o nosso presente de ano novo. Ações como essa serão contínuas no ano de 2018 porque a saúde começa pela prevenção”, afirmou o vereador Bittencourt.

Para o médico Raimundo Sotero, o Mutirão de Réveillon contra o Diabetes fechou o ano com chave de ouro. “Levar um evento como esse para um espaço onde é o berço da nossa cultura, é muito gratificante. A ideia e o apoio do vereador Bittencourt foram fundamentais. O ano de 2017 foi marcado pelo aumento de diabéticos detectados nos mutirões. Certa vez, já identificamos 100 pessoas com diabetes em um único evento. O indivíduo precisa se conscientizar que, a partir da 4ª ou 5ª década de vida, ele pode ter diabetes e não sentir. Aquilo que não se sente, não é cuidado”, afirmou.

De acordo com o endocrinologista, “às vezes, a pessoa só descobre a doença em uma campanha de detecção. Então, é muito importante estarmos lado a lado com a comunidade. Não fazemos apenas a detecção: conscientizamos a população sobre a importância do diagnóstico precoce do diabetes para evitar as complicações crônicas que advém do descuido e do descaso no tratamento”.

O aposentado José Augusto mora no bairro Luzia e, ao saber do Mutirão contra o Diabetes na rua São João não pensou duas vezes. “Não existe distância quando o assunto é saúde. Moro do outro lado da cidade e estou aqui. Tenho 74 anos e me cuido. Esse evento foi ótimo. Fiz minha consulta com Dr. Sotero, aferi minha pressão e minha glicemia está em dia”, comemorou.

A aposentada Leda Arimatéia é moradora da rua São João. Ela conta que ter uma assistência preventiva ‘na porta de casa’, no último fim de semana do ano, foi surpreendente. “Já vou iniciar o ano cuidando ainda mais da minha saúde. Fiz os exames rapidinho e deram todos em ordem. O vereador Bittencourt nunca se esquece da nossa comunidade”, afirmou.   

O diretor do Centro Social e Cultural São João de Deus, José Teles, destacou a importância desse Mutirão para a comunidade da rua de São João.  “O professor Bittencourt tem essa visão de trazer eventos festivos e resgatar as raízes da Rua de São João, mas também tem todo o cuidado de zelar pelo lado social, trazendo um profissional tão renomado como Dr. Sotero. A vinda do médico fez diferença e agregou toda a  comunidade. O resultado foi surpreendente e todos saíram felizes e satisfeitos”, comentou.

O vereador Professor Bittencourt agradeceu ao apoio da comunidade e dos voluntários. “O carinho dos moradores foi especial porque todos sabem da importância de prevenir um problema tão sério como é o diabetes. Agradeço ao Dr. Sotero por ser um grande militante da saúde em nosso estado e por não medir esforços levar a informação aos que mais precisam. Agradeço aos amigos da rede Pague Menos que disponibilizaram profissionais para orientar e cuidar do público presente. Ao amigo Antônio Valadão por animar nossos irmãos e realizar palestras educativas com o objetivo de conscientizar todas as famílias que prevenir é o melhor remédio”,  ressaltou.


|Fonte e fotos: Assessoria Parlamentar

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Em meio às típicas festividades de fim de ano, os cuidados com a saúde devem ser mantidos. Em casos de urgência e emergência, as solicitações por assistência pré-hospitalar podem ser feitas através da abertura de chamado para a Central de Regulação de Urgências (CRU), através do 192. De acordo com o médico do Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Samu, Carlos Eduardo Freire, o atendimento a ser destinado ao solicitante depende da gravidade da situação ou da doença em que o paciente se encontra.


“Pode haver casos de diarreia, considerados de fácil resolução na maior parte das situações. Porém, quando em idosos, por exemplo, o tratamento tende a ser mais específico, em virtude das necessidades assistenciais relacionadas a esses pacientes, daí a intervenção de equipes de saúde. No mais, no momento em que o solicitante entra em contato pelo 192 ele receberá todas as orientações devidas, relacionadas aos mais diversos casos apresentados”, ressaltou o médico.


Casos específicos
Carlos Eduardo destaca que situações de insuficiência respiratória ou cianose, sinal ou sintoma que pode ser notado através da coloração azul-arroxeada da pele, representam alguns dos casos cuja solicitação do Samu torna-se necessária. “Casos como esses apontam para a maior gravidade de uma situação, daí a necessidade de assistência pré-hospitalar móvel, através das equipes de suporte básico ou avançado. Situações em que o paciente necessite de glicose, por sua vez, devem ser resolvidas nas unidades de saúde. Em caso de embriaguez, seguido de vômito ou enjoo, a medida a ser adotada é a hidratação do paciente”, orientou.


A remoção do paciente a uma unidade de saúde também acontece em casos de hipertensão, pressão arterial alta, ou hipotensão, quando baixa. “É preciso aferir a pressão arterial, pois pode se tratar de um caso ou do outro. Se não houver como aferir, o médico deverá realizar os procedimentos devidos para a resolutividade do caso, enquanto que qualquer medida inapropriada, seja em alguma residência ou em local festivo, pode vir a agravar o estado de saúde da pessoa”, acrescentou o profissional.


O paciente vítima de afogamento deve ser, de imediato, observado a fim de que se verifique se o mesmo respira ou não. Quando não houver respiração, as massagens cardíacas devem ser realizadas. Se houver, em casos de hipotermia, diminuição excessiva da temperatura normal do corpo, deve-se enxugar o paciente e envolvê-lo em lençol para aquecimento, recorrendo à unidade de saúde mais próxima para demais procedimentos.


Parada respiratória
Esse tipo de ocorrência, de parada cardiorrespiratória (PCR), se dá no momento em que o coração deixa de funcionar e o indivíduo deixa de respirar, sendo uma das principais causas de mortes no Brasil e no mundo. Nesses casos, para cada minuto em que a vítima deixa de receber a ressuscitação cardiopulmonar, ela perde 10% de chance de sobrevida.


“Em primeira instância, é preciso verificar se o paciente responde a alguma solicitação. Se não responder, a pessoa mais próxima deve entrar em contato com o 192, e em seguida, observar atentamente se o mesmo está respirando. Se não respira ou mantém respiração agônica, é preciso começar a comprimir o tórax com massagem cardíaca, revezando a cada dois minutos, caso não haja como proceder com uma só pessoa, enquanto a ambulância do Samu está a caminho, trazendo consigo o desfibrilador externo automático [DEA], que é de extrema importância para melhorar o índice de sobrevivência das vítimas que sofrem PCR”, concluiu o médico do NEP do Samu.


|Fonte: SES

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Um medicamento que impede a propagação do vírus HIV na corrente sanguínea, já indicado como terapia antiretroviral nos Estados Unidos e em países da Europa, estará disponível ainda este mês para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) 12 estados.

O comprimido, fabricado por um grupo norte americano, já era indicado para o tratamento de soropositivos como parte do coquetel de AIDS.

A novidade é que o fármaco poderá ser utilizado agora por quem nunca entrou em contato com o vírus, mas pode estar exposto a ele durante a relação sexual. É o caso, por exemplo, de profissionais do sexo. Mas é bom lembrar que não protege o usuário contra outras infecções transmitidas sexualmente.

Segundo o médico Juan Carlos Raxach, coordenador da área de Promoção da Saúde e Prevenção da Associação Brasiliera Interdiscilpinar de AIDS, embora o Truvada, nome comercial do medicamento, tenha demonstrado 99% de eficácia nos testes clínicos, para impedir a replicação do vírus HIV, não veio para substituir a camisinha.

“Está se falando muito que a profilaxia pré-exposição vem para acabar com o uso da camisinha. Chegou para ampliar as possibilidades de se prevenir da infecção do HIV. Então, ele não vai substituir a camisinha mas, com certeza, ampliará a possibilidade de prevenção e dará oportunidade àquelas pessoas que não gostam de usar a camisinha, de ter outro método para não se infectar com o vírus.”

A distribuição do remédio pelo SUS vai priorizar 7 mil pessoas com mais de 18 anos, consideradas grupos de risco de contaminação, incluindo profissionais de saúde, homens que se relacionam com homens, transexuais e casais sorodiscordantes - quando um dos parceiros é portador do HIV e o outro não.

Antes do início da terapia, no entanto, é necessário fazer exames, uma vez que o remédio é contraindicado para pessoas com doenças renais e desgaste nos ossos.

Ente as primeiras capitais a receber o medicamento estão Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Manaus e São Paulo.

|Fonte e Foto: Agência Brasil

O Conselho Regional de Odontologia de Sergipe (CRO-SE) divulgou nota comentando a decisão judicial da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, que suspende temporariamente a Resolução CFO 176/2016, que regulamenta a utilização da toxina botulínica e dos preenchedores faciais na Odontologia. A entidade esclarece que o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e a Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica (SBTI) já estão adotando as providências necessárias para reverter a decisão judicial. 

"As entidades entendem a decisão, concedida em sede liminar diante do pedido cautelar feito pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), como uma tentativa de cerceamento da soberania do órgão máximo da Odontologia brasileira. A Resolução em questão autoriza os cirurgiões-dentistas a utilizarem a toxina botulínica e os preenchedores faciais para fins terapêuticos funcionais e/ou estéticos, desde que não extrapolem a área anatômica que compete à sua atuação.

O Conselho Federal de Odontologia e a SBTI irão recorrer da decisão, e informam que a liminar em questão não proíbe o uso da Toxina Botulínica e do Ácido Hialurônico pelos cirurgiões-Dentistas, tendo em vista que permanecem em vigor as resoluções CFO 145 e 146/2014 até o julgamento conclusivo da questão - possibilitando que sua aplicação para casos funcionais continue valendo. O CRO-SE espera que aos CDs brasileiros seja garantido o direito ao livre exercício das suas funções em plenitude", afirma o CRO-SE, em nota.


|Com informações de Ascom CRO-SE

Crianças que vivem com o vírus HIV, no Brasil, serão beneficiadas com a chegada de um medicamento fabricado com tecnologia inovadora. O remédio, conhecido como Efavirenz, já produzido na forma de comprimidos, indicados no coquetel de tratamento da aids, de adultos, foi incrementado a partir do uso da nanotecnologia ou pequenas partículas. O resultado é uma versão diferenciada menor, para melhorar a aceitação pelas crianças.

A tecnologia permite melhor aproveitamento do princípio ativo da substância pelo organismo, uma vez que as formulações líquidas existentes, além de não serem recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), têm sabor desagradável, curto prazo de validade e elevado custo para transporte.

O produto está sendo desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Tecnologia em Fármacos, Farmanguinhos, da Fiocruz, principal instituição pública produtora de antirretrovirais no país para o Ministério da Saúde (MS).

O pesquisador Helvécio Rocha, coordenador do Laboratório de Sistemas Farmacêuticos Avançados, disse que a expectativa é de que o novo comprimido, que se dissolve na boca e na água, facilite a aceitação pelos pequenos pacientes. “A ideia do nosso produto é gerar para esses pacientes pediátricos uma formulação mais adequada à idade deles. A gente precisa dar uma apresentação boa porque é um tratamento de longo prazo. Aí, se o sabor for ruim, as crianças começam a rejeitar a medicação. Tem essa tentativa de melhorar o sabor e, ao mesmo tempo, adequar o produto nacional a recomendações do MS e da OMS”, enfatizou.

Segundo Rocha, o desafio maior foi colocar o princípio ativo em porções pequenas, para que o remédio chegasse à corrente sanguínea sem perder o efeito desejado. Ele disse ainda que esse tipo de medicamento pediátrico para tratamento da aids, com a tecnologia das nanopartículas, é inédito no mundo.

A previsão é de que o produto passe por testes clínicos até o final do próximo ano e fique disponível no mercado em 2020.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, 21 mil crianças no Brasil são soropositivas, isto é, portadoras do vírus HIV.

|Fonte e Foto: Agência Brasil

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As empresas fabricantes de cigarro já podem usar nas embalagens as novas imagens de advertência sobre os riscos do uso do cigarro para a saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou resolução com nove imagens de advertência sanitária, que devem ocupar toda a parte frontal das embalagens de cigarro fabricado no Brasil.

A mudança será obrigatória a partir de 25 de maio do ano que vem, mas os fabricantes que preferirem já podem fazer a mudança. O novo modelo gráfico prevê o alerta aos fumantes também na lateral da embalagem, que tem novo modelo para a mensagem de proibição de venda do produto a menores de 18 anos, em fundo vermelho.

A cor de destaque das imagens é o amarelo, que, segundo a Anvisa, dá maior visibilidade para as mensagens, que têm temas como câncer de boca, cegueira, envelhecimento, fumante passivo, impotência sexual, infarto, trombose e gangrena, morte e parto prematuro. A lateral da embalagem continua preta, mas deve constar um alerta de perigo sobre produto tóxico.

A nova resolução vale para todos os produtos fumígenos, como cigarro, charuto, fumo de cachimbo, fumo de narguilé e rapé, entre outros. Passado o prazo de 25 de maio, as embalagens antigas não devem mais ser produzidas, distribuídas, expostas à venda nem comercializadas. Caso não cumpra a determinação, a empresa fabricante pode ser punida por infração sanitária, com pagamento de multas que chegam a R$ 1,5 milhão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo é a principal causa de morte evitável, no mundo. Além disso, 63% das pessoas que morrem por doenças crônicas não transmissíveis adquiriram a doença por conta do tabagismo.

|Fonte: Agência Brasil

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A equipe do Programa IST/Aids da Secretaria de Estado da Saúde (SES) fez uma capacitação na última quinta-feira, 14, com enfermeiros que atuam na Atenção Primária dos municípios de Estância, Carmópolis, Santa Luzia do Itanhy, Neópolis, Malhador, Pirambu, Japoatã e Tomar do Geru, para a realização de testes rápidos de Hepatites Virais B e C, HIV e sífilis em unidades básicas de saúde.

Segundo Fernanda Costa, técnica de Vigilância Epidemiológica das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) da SES, a primeira etapa do curso de diagnóstico de hepatites virais foi online, onde os profissionais fizeram aulas gratuitas pelo sistema Telelab – programa de educação permanente disponibilizado pelo Ministério da Saúde (MS) – participando em seguida, da capacitação prática dada pela SES. Ela acrescenta a importância dessas habilitações para a saúde pública de Sergipe.

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 “A capacitação foi para mais de dez enfermeiros e, agora, eles estão devidamente preparados para realizarem testes rápidos nas unidades básicas de saúde. A todo o momento entram novos profissionais no mercado e é importante que eles sejam capacitados para executar esse tipo de serviço na saúde pública. Quem ganha com isso também é a população”, disse.

Fernanda frisa ainda que os testes são disponibilizados em todas as unidades básicas de saúde dos municípios sergipanos e que a população, principalmente, as gestantes devem fazer os testes. “Todas as unidades da Atenção Básica ofertam os testes e qualquer pessoa pode fazer, mas principalmente as gestantes, durante o pré-natal, e quem tiver em alguma situação de vulnerabilidade”, ressalta a técnica.

 Seminário

Já o gerente do Programa IST/Aids da SES, Almir Santana, está em Alagoas, no município de Maragogi, nesta sexta-feira, 15, ministrando um seminário sobre prevenção às IST e hepatites virais para profissionais da área da saúde da região. Na última quinta, 14, Almir também proferiu palestra sobre gravidez na adolescência para estudantes de escolas estadual e municipal da localidade.

 “Fomos convidados para vim à Maragogi para falar sobre as IST, hepatites virais e gravidez na adolescência, tanto para profissionais quanto para estudantes. Mas meu principal foco na cidade é motivar os profissionais da saúde para que eles realizem ações de prevenção na Atenção Básica, já que em Maragogi há 45 casos notificados de Aids”, conta Almir Santana.

|Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação

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