Especial

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Um helicóptero da Rede Globo -- chamado popularmente de Globocop -- caiu na Praia do Pina, Zona Sul de Recife, pouco depois de transmitir imagens para o programa de TV "Bom Dia Pernambuco", por volta das 6h desta terça-feira. Segundo informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o acidente com o helicóptero deixou duas pessoas mortas e uma ferida, que foi levada para o Hospital da Restauração.

O passageiro ferido sofreu vários traumas e chegou à unidade de saúde em choque e em estado gravíssimo. No momento, ele passa por uma cirurgia, que deverá durar por cerca de três ou quatro horas, informou a assessoria de imprensa do hospital.

De acordo com o site "G1', o helicóptero levava funcionários da empresa Helisae, que presta serviços para a TV Globo. A aeronave era pilotada pelo comandante Daniel Galvão, que morreu no local. Também estavam a bordo o operador de transmissão Miguel Brendo, que foi socorrido, e a primeira-sargento da Aeronáutica Lia Maria Abreu de Souza, supervisora da empresa proprietária do helicóptero, que também faleceu.

|Fonte e Foto: O Globo

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Sergipe é terra de gente destemida. Um povo batalhador que luta pelos seus ideais e não mede esforços para conquistar cada sonho. Muitas vezes, a realização está bem longe de seu lugar de origem, mas isso não é suficiente para fazê-lo parar. Muito pelo contrário, porque - como todo mundo já sabe - sergipano é bicho corajoso.

O Portal Soma+ Notícias vai iniciar uma série de reportagens contando histórias de sergipanos que arrumaram as malas e foram em busca dos seus sonhos fora do País, nos mais variados pontos do planeta.

Tem gente nossa espalhada por todo o globo. Argentina, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Portugal, Hungria, Índia e Nova Zelândia são apenas alguns dos lugares em que o nosso sotaque e jeitinho inconfundíveis tem fincado raízes.

Quer conhecer as experiências dos sergipanos pelo mundo? Então fique ligado, que a partir deste domingo, 14, o Soma+ Notícias traz essas histórias de vida inspiradoras para você.

|Por Soma Notícias
|Foto: Equipe Soma+

Na próxima segunda-feira, dia 16, a presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, ministra Cármen Lúcia, estará em Sergipe dando sequência a avaliação ao sistema prisional tem feito em todo o País.

De acordo com material divulgado pelo Tribunal de Justiça, a programação de Carmen Lúcia no estado inclui visita ao Presídio Feminino (Prefem) e o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico.

Ainda durante sua passagem por Sergipe, a ministra se reunirá com desembargadores e juízes.

|Com informações do TJ
|Foto: Divulgação

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A intensidade das chuvas de dezembro determinou uma projeção de aumento de 2,2% na safra agrícola deste ano. Os últimos prognósticos apontam para uma produção total de cereais, leguminosas e oleaginosas de 224,3 milhões de toneladas, ainda assim resultado 6,8% menor do que a safra recorde de 2017.

As informações constam do terceiro prognóstico para a safra 2018, referentes ao Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPD) divulgado hoje (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados confirmam as expectativas de que a safra de 2018 será bem inferior à safra recorde do ano passado.

Pelos números divulgados pelo IBGE, o prognóstico da safra de grãos para 2018 aumentou de 219,5 milhões de toneladas para 224,3 milhões. O aumento, embora não reverta a expectativa de safra menor em 2018, ocorreu em razão da abundância de chuvas no ultimo mês do ano passado.

“Em novembro, a estiagem prolongada tinha levado a um atraso no início do plantio, mas a abundância de chuvas em dezembro mudou esse quadro, levando a um ajuste nos prognósticos de área colhida e volume de produção do arroz, da soja e da primeira safra do milho”, explica o pesquisador do IBGE, Carlos Alfredo Guedes.

Produção nacional de grãos

Segundo ele, juntos “estes três produtos constituem quase 95% da estimativa de produção nacional de grãos”. As últimas projeções do Levantamento Sistemático indicam que a safra de soja em 2018 deverá atingir 112,3 milhões de toneladas, a de arroz será de 11,7 milhões de toneladas e as duas safras de milho deverão ficar em 26,6 milhões e 57,9 milhões de toneladas, respectivamente.

O pesquisador reafirma, porém, que, por enquanto, a previsão é de uma safra anual menor do que a de 2017, estimada em 240,6 milhões de toneladas. “É importante lembrar que a base de comparação é bem alta, porque em 2017 tivemos uma safra recorde. Por isso, a variação do volume total deve ser negativa, mas ainda assim está bem melhor do que prevíamos em novembro”, disse Carlos Alfredo.

Entre os cinco produtos de maior importância para a próxima safra, três devem apresentar variações negativas na produção: arroz em casca (-5,9%), milho 1ª safra (-14,4%) e soja em grão (-2,4%).

As possíveis variações positivas são: algodão herbáceo em caroço (4,7%) e feijão 1ª safra (5,0%). Neste prognóstico, as informações de campo representaram 98,1% da produção nacional prevista, enquanto que as projeções responderam por apenas 1,9% do total agora estimado.

Números da safra de 2017

As estimativas de dezembro do Levantamento Sistemático, ao fecharem os números da safra do ano passado, confirmaram as previsões de recorde na produção agrícola de 2017, que totalizou 240,6 milhões de toneladas, resultado 29,5%, ou 54,8 milhões de toneladas, maior que as 185,8 milhões de toneladas produzidas na safra anterior.

A área a ser colhida (61,2 milhões de hectares) cresceu 7,2% frente a 2016 (57,1 milhões de hectares). Em relação aos dados de novembro (241,9 milhões de toneladas), a estimativa da produção caiu 0,5%.

O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 94,4% da estimativa da produção e responderam por 87,9% da área a ser colhida.

Em relação a 2016, houve aumento de 2,2% na área da soja, de 19,3% na área do milho e de 4,3% na área de arroz. Na produção, houve acréscimos de 19,4% para a soja, 55,2% para o milho e 17,2% para o arroz.

Na avaliação para 2017, Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 26,3%, seguido pelo Paraná (17,3%) e Rio Grande do Sul (14,7%), que, somados, representaram 58,3% do total nacional previsto.

|Fonte e Foto: Agência Brasil

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A Austrália começou, nesta terça-feira (9), a celebrar oficialmente os primeiros casamentos entre pessoas do mesmo sexo, depois que o Parlamento de Camberra aprovou no mês passado a legalização destas uniões.

"De hoje em diante, nenhum casal deverá esperar para declarar o seu amor e solenizar seu compromisso com o outro", disse Sally Rugg, representante da Getup!, uma das organizações que promoveu a reforma na Austrália.

Os atletas Craig Burns e Luke Sullivan se casaram nos primeiros minutos de hoje, data em que esses casamentos poderiam ser realizados, de acordo com a lei assinada no início de dezembro.

A cerimônia, que incluiu uma escultura de dois corações unidos pela palavra "is" (Amor é amor) aconteceu na região de Carool, no leste do país, com a presença de 50 pessoas. "A igualdade para se casar é um grande passo em frente para a Austrália", disse Sullivan, à emissora de TV "ABC", que adiou com seu parceiro a lua de mel para que os dois possam se preparar para os Jogos da Commonwealth, que acontecerão em abril, em Gold Coast, no nordeste australiano.

O Parlamento australiano aprovou, em 7 de dezembro, a reforma da Lei do Casamento de 1961 - que foi modificada em 2004 para especificar que esta união é exclusiva entre uma mulher e um homem - para permitir os casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Esta reforma foi adotada após uma pesquisa nacional promovida pelo primeiro-ministro Malcolm Turnbull, cumprindo uma promessa eleitoral, onde mais de 61% dos cidadãos expressaram sua opinião a favor da legalização.

|Fonte: O Globo
|Foto: AAP/Dan Himbrechts/via REUTERS

Nesta segunda-feira (08), o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) divulgou o relatório de operações realizadas no ano de 2017. Segundo informações da assessoria de comunicação da instituição, ao todo, foram 1.273 incêndios combatidos em todo o estado, além de dezenas de outras ações envolvendo salvamento de pessoas e bens. Deste total, 696 focos de incêndio foram combatidos nas chamadas áreas urbanas, que englobam edificações e veículos em cidades e comunidades residenciais, e outros 577 em vegetação. Os casos envolvendo áreas verdes, de acordo com o material divulgado, tiveram maior incidência entre os meses de janeiro, fevereiro e março, motivadas pelo tempo quente e seco.

Ainda conforme o Corpo de Bombeiros, além das mudanças climáticas, a utilização de fogo para limpeza de terrenos, acúmulo de lixo e o ato de jogar pontas de cigarro em qualquer lugar, latas de metal ou garrafas de vidro nas margens das rodovias colaboraram para que focos de incêndio fossem identificados em todo o território sergipano.

Muitas residências também foram atingidas por incêndios em 2017. Mas, em grande parte, os incidentes aconteceram por falta de atenção e cuidado dos próprios moradores. “O acidente só acontece quando a prevenção falha. É importante fazer revisão na parte elétrica da residência e evitar o uso excessivo de 'benjamim', também conhecido como 'T', para evitar sobrecarga na fiação. Outra coisa que pode provocar incêndio é o uso de notebooks em cima da cama ou de sofás, pois o cooler (ventiladorzinho que reduz o calor produzido principalmente pelo processador) para de funcionar e aquece o estofado”, explica o tenente BM Fabiano Queiroz.

Além disso, o tenente Queiroz ressaltou que os incêndios em edificações podem ser evitados com um pouco mais de cuidado e atenção por parte dos moradores. “Um grande erro comum cometido é o uso em excesso de material combustível na cozinha, a exemplo de capa no botijão de gás e panos de prato em cima do fogão. Outro erro é esquecer ferro elétrico ligado e acender velas dentro de casa. Caso acenda, é preciso colocá-la em cima de um prato cujo raio seja maior que o tamanho da vela. Também é preciso ter cuidado com o uso de GLP. Acontece às vezes de o leite ferver e derramar, apagando a chama, mas o gás continua liberado. É importante ainda que o cidadão observe a validade do sistema de mangueiras do GLP e da válvula redutora de pressão”.

|Por Soma Notícias/Com informações do Corpo de Bombeiros
|Foto: Divulgação

A Receita Federal abre nesta segunda-feira (8) consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física de janeiro. Ao todo, serão desembolsados R$ 310 milhões para declarações de 2008 a 2017, incluindo 165,9 mil contribuintes que estavam na malha fina, mas regularizaram as pendências com o Fisco.

A lista com os nomes estará disponível a partir das 9h no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo paratablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.

As restituições terão correção de 6,73%, para o lote de 2017, a 101,02% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a entrega da declaração até este mês.

O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração no próximo dia 15. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento.

|Fonte: Agência Brasil
|Foto: Marcello Casal Jr./Arquivo Agência Brasil

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Os vastos coqueirais são as maiores características das paisagens nordestinas. |Foto: Saulo Coelho


A Embrapa Tabuleiros Costeiros, unidade sediada em Sergipe, detém o mandato institucional da pesquisa de coco no Brasil (confira a primeira e a segunda matéria da série especial COCO SERGIPE). Originalmente, a unidade era um Centro Nacional de Pesquisa de Coco. Há cerca de 20 anos, contudo, houve uma transformação, mas a unidade manteve o mandato institucional consigo. De acordo com o chefe-Geral da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Manoel Moacir Macêdo, isso aconteceu porque, mesmo tendo outra orientação estratégica, a pesquisa de coco permaneceu em Sergipe em função de todo o cabedal de conhecimento e experiências que a unidade possui na área.

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“Hoje, nós estamos muito mais revigorados dentro dessa nova estrutura de programação de pesquisa da empresa. Essa unidade coordena  um arranjo de pesquisa envolvendo dezenas de universidades, unidades da própria Embrapa e centros internacionais, com uma grande quantidade de projetos de pesquisa nessa programação. Dentre eles, estão a irrigação e o uso estratégico e racional da água dentro da visão do  sistema produtivo”, detalha o chefe-Geral da Embrapa em Sergipe.

Ainda segundo ele, a unidade possui uma grande representatividade na política de tecnologia do coco no Brasil. “O Nordeste é onde se concentram os maiores produtores - Bahia, Ceará e Sergipe. E hoje temos a coordenação de fato e de direito do coco, que significa muito para o País. É uma cultura que abrange os estados nordestinos, não só no que se refere à produção, mas também determina a sua paisagem. E isso implica nas preocupações que temos com doenças que se aproximam do país. Temos que nos preparar para enfrentar as doenças quarentenárias, como por exemplo, o amarelecimento letal, que afeta não só a produtividade, mas também a beleza dos vastos coqueirais”, alerta Manoel Moacir.

Macêdo destaca ainda que a pesquisa, hoje, vai além do espaço da unidade, tendo um propósito mais finalístico e sendo permeada por todo o sistema produtivo. “Temos uma estratégia de pesquisa que envolve a chamada prospecção de demanda, que faz com que tragamos do sistema  produtivo as preocupações e dilemas dos produtores. Através da sua diretoria, em particular de Mauricio Lopes, a Embrapa definiu orientação para que a gente chegue na ponta, em termos de resultado de pesquisa. A ideia é que a pesquisa gere um produto para que esse sistema de ciência e tecnóloga alcance o produtor, no final do processo de geração de conhecimento do coco”, enfatiza o chefe-geral da Embrapa. A unidade possui pesquisas ligadas não só à área de irrigação, mas também de química, física e fertilidade do solo, manejo, e genética para melhoramento, visando adequações.

BAG: Melhoramentos genéticos
Incrementar o sistema produtivo e fazer melhoramentos genéticos. Essas são as duas principais linhas de frente do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de Coqueiro-Anão da Embrapa Tabuleiros Costeiros, localizado nos municípios de Itaporanga e Neópolis. Existem cinco bancos de germoplasma de coqueiro internacionais. O localizado em Sergipe é um deles. Abrangendo a América Latina e o Caribe, ele tem acessos [conjunto de plantas da mesma variedade e características genéticas] de vários países, e abriga representantes de 29 variedades de coqueiro do mundo inteiro, entre Anão e Gigante.


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BAG sergipano concentra representantes de 29 variedades de coqueiro Anão e Gigante de todo o mundo. Foto: Saulo Celho

De acordo com Marcelo Fernandes, chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, uma das iniciativas atuais da unidade é aumentar essa diversidade, incrementando o Banco com materiais que ele ainda não possui. Isso porque, um dos propósitos do BAG é trazer diversidade genética para o programa de melhoramento. “Por exemplo, para conseguirmos reduzir a altura da planta através do melhoramento genético, precisamos necessariamente ter no nosso banco de germoplasma representantes das variedades que são muito pequenas; ou variedades que sejam tolerante ao amarelecimento letal - uma das principais doenças do coco -, para tratarmos o problemas através do melhoramento preventivo”, explica o pesquisador.

mARCELO EMBRAPA SAULO COELHOOutro propósito do BAG se refere à conservação da cultura. “Temos um o compromisso, firmado por meio de um tratado internacional, com a questão da preservação da espécie. Por exemplo, algumas dessas variedades de coqueiro só existem em ilhas remotas do Pacífico, estando ameaçadas de extinção caso a elevação dos níveis dos oceanos faça essa ilha desaparecer, junto com toda a sua diversidade. Então, existe essa preocupação porque, hoje, apenas 30% da variedade genética da cultura no mundo estão representadas dentro dos bancos de germoplasma. Temos um trabalho intensivo pela frente”, diz Marcelo.

Apesar de toda a urgência, o processo de coleta e importação desses materiais para os BAGs é complexo. É preciso, primeiramente, acordar a retirada do material com o outro país, obter todas as licenças de coleta e transporte. Quando chega aqui, o material ainda fica em quarentena, isolado, sendo observado até que se tenha certeza de que ele não trouxe consigo nenhuma doença. “O material chega a ficar até um ano em monitoramento, para sabermos se vai haver o desenvolvimento da doença. Se ela for detectada, o material é imediatamente destruído, incinerado, para que não se dissemine. Uma vez comprovado que está livre de doenças, aí sim, o material pode ser retirado da condição de isolamento e caracterizado pelos pesquisadores”, explica Fernandes.

Possuindo riqueza de variedades no Banco, os pesquisadores conseguem alcançar melhoramentos genéticos desejáveis para a produção, através da obtenção de características que são de interesse da cultura para os produtores, como tolerar doenças, responder melhor à irrigação e reduzir porte para facilitar a colheita e o manejo. “A questão da altura da planta a gente trabalha de duas formas: uma é criando uma máquina, em parceria com a Embrapa Instrumentação Agropecuária, para facilitar as operações de colheita e pulverização; e a o outra é através da genética. Utilizamos materiais que chamamos de ‘ananicantes’ como cruzamento, para que consigamos reduzir o porte dessa planta”, detalha o pesquisador.

Ainda de acordo com Marcelo Fernandes, outra tentativa de melhoramento genético busca não um Coqueiro-Anão que seja tolerante à seca - porque para ele ser muito produtivo, precisa ser irrigado -, mas sim um material genético que apresente o melhor desempenho produtivo com a menor quantidade de água. “Um material que precisa de 100 litros de água por dia, por exemplo, para dobrar a produção. Se melhorado geneticamente, ele pode atingir essa mesma produção com a utilização de apenas 50 litros.

BAG 2 saulo coelhoOu seja, através das suas características genéticas, ele faz um melhor uso da água que ele está absorvendo”, explica. Esses materiais são caracterizados nos BAGs enquanto as relações hídricas e sua adequação à adição de água no cultivo.

Marcelo conclui dizendo que outras práticas agrícolas também podem ser usadas para melhorar a resposta à irrigação. “Estamos avaliando a deposição das palhas que caem do coco na coroa da planta, para avaliar o quanto elas são capazes de reduzir a evaporação da água e, assim sendo, necessitar irrigar em menor quantidade”, finaliza o chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Tabuleiros Costeiros.

Banco Ativo de Germoplasma
fica em Itaporanga e Neópolis e
é o principal da América Latina.
Foto: Saulo Celho


|Por Rebecca Melo - Equipe Soma+
|Fotos: Saulo Coelho

 

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