Especial

VERBOS, VERBAS E VERGONHA

Transtorno Poetico

Poeta, escritor, compositor sergipano e parceiro musical de muitos; idealizador do projeto literário multimídia Transtorno Poético; integrante do duo InspiraSons - um misto de música e poesia que vem percorrendo saraus pelo Brasil afora; duas vezes finalista do Festival Sescanção; premiado no Festival de Música da TV Atalaia enquanto compositor; criador e um dos produtores culturais do evento Pôr do Sol, Som & Poesia. Pelos meus caminhos, busco reunir trabalhos autorais em diversos segmentos artísticos e trazer a poesia para o cotidiano, para bares, casas de show e festivais.
Prazer, J. Victor Fernandes!
www.transtornopoetico.tumblr.com | www.facebook.com/transtornopoeticoo | Instagram: @transtorno_poetico, @inspirasons | 

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Desmataram sonhos

Privatizaram a esperança

Investiram tudo na mentira

Fizeram lobby para a hipocrisia

Aprovaram reformas na dignidade

Cortaram verbas da humanidade

Superfaturaram o ego

Transpuseram a verdade

Manipularam a união

Desviaram o amor

Poluíram os corações

O passado é uma estrada cortando a história pelas terras do poder e vai dar no quilômetro zero de lugar nenhum, ou no mesmo lugar de sempre

O presente é uma obra inacabada dos jogos políticos mundiais, sem recursos para finalização, com suspeitas de fraudes nas licitações e os contratos emergenciais excederem os limites da lucidez

Desviaram o futuro para o fundo participativo do poço, dizem que vai unir o Brasil

Estão segurando o escândalo das obras de drenagem para depois das eleições

Há ainda uma investigação em curso sobre um caixa dois repleto de destinos arruinados

Mas disseram que vão dar um jeitinho nas coisas, um jeitinho brasileiro e vamos voltar a crescer - dizem otimistas as notícias.

 

PRÓXIMAS PARTICIPAÇÕES E DICAS CULTURAIS

Taya Tormento

TAYA TORMENTO ESTREIA
Cantora, compositora e bailarina sergipana, Taya lança sua carreira profissional na música, brotando como lótus num pântano de desilusões. Na necessidade de fazer arte, dialoga com seu universo particular, suas inquietudes, ansiedades, sonhos, desejos e referências populares para lançar seu primeiro EP, "Tormento", com lançamento previsto ainda para 2017 e conta com 5 músicas autorais.

As composições de Taya circulam com fluidez por gêneros como bossa nova, valsa, tango e arrocha, numa tentativa de incorporar tudo o que pulsa numa veia musical multifacetada. Apesar de já ter se apresentado fazendo participações em diversos palcos, a estréia oficial com banda será dia 06 de outubro de 2017 no Café da Gente, no Museu da Gente Sergipana, com shows confirmados até janeiro de 2018 em diversas casas de Aracaju.

A banda conta com Danyel Nanume na bateria, Filipe Williams no baixo, Dodô Trindade na guitarra e Rafael Ramos e Vinícius BigJohn que se revezam no teclado. O repertório, além das músicas autorais, traz músicas de cantores que são referências musicais no seu processo de composição e na vida, desde Céu a Led Zeppelin, passando por Gal Costa e mais um bocado de maravilhosidades.

Cara do Espelho

Quando a gente se olha no espelho e não se reconhece ou enlouquece ou escreve. Fiz um pouco dos dois. Estudo jornalismo e escrevo no blog Cara do Espelho sobre o que vejo, sinto e reflito. No mais, não sou nada. Estou de passagem, estou em mutação, em evolução. Apenas estou.

Por Diogo Souza, o Cara do Espelho.

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Lembra das fábulas que nos contavam na infância? Elas são narrativas curtas, geralmente com animais como personagens e de teor educativo. Sua principal característica é apresentar uma “moral da história” que nos faz refletir e nos ensina lições.

Tenho estudado sobre espiritualidade e crescimento pessoal e, lendo textos de ambas as áreas, percebi que, de certa forma, a vida se parece com as fábulas. As coisas acontecem e, no fim, há uma lição a ser aprendida. Mas será que conseguimos perceber essas lições?

Esse é o ponto. Tudo o que acontece em nossas vidas tem um porquê, mesmo quando são coisas ruins. No entanto, nem sempre pensamos em todos esses “porquês”para extrair aprendizado deles.

Eu só comecei a pensar nisso há menos de dois anos quando várias coisas aconteceram comigo e pareciam se repetir de tempos em tempos. Eu não conseguia entender por que tanta “maldade da vida” comigo. Até que, primeiro, tomei baque quando aprendi que muito do meu sofrimento era resultado das expectativas que criava em relação às pessoas, aos projetos e situações. Foi quando escrevi o texto “A ilusão cria a dor”.

Mais recentemente, durante mais um momento de turbulência na vida profissional e acadêmica, tive que me condicionar a pensar de forma positiva e não me permitir ficar mal e me entregar. Extrair o lado bom do caos.

Viver é sinônimo de aprender. E se aprende estudando, ouvindo, observando, praticando, criando, errando, sofrendo... enfim, aprende-se VIVENDO. Ou seja, quando vivemos coisas boas, podemos extrair algo disso e, da mesma forma, quando enfrentamos dificuldades, também podemos aprender com elas.

Costumo ouvir amigos pedindo conselhos nos momentos difíceis e sempre digo a mesma coisa: pelo menos você pode aprender algo com isso. Lembro daquela frase que diz que nada é em vão e que, se não for uma benção, é uma lição. E esse é o segredo, é assumir para si a responsabilidade da própria felicidade e procurar entender o que aconteceu, sem jogar a culpa no outro, no emprego, no horóscopo, na vida, etc.

Você acha que aprende com as lições que a vida te dá? Você tem reconhecido seus acertos e pontos fortes? E suas falhas e fraquezas? Você consegue reconhecer o que é ou não sua culpa? Não existe uma fórmula, não existe um padrão. A vida é um mestre que aplica as lições e cabe a nós, os alunos, compreendê-las e aprender algo novo.

Aprendamos!

Lembra das fábulas que nos contavam na infância? Elas são narrativas curtas, geralmente com animais como personagens e de teor educativo. Sua principal característica é apresentar uma “moral da história” que nos faz refletir e nos ensina lições.

 

Tenho estudado sobre espiritualidade e crescimento pessoal e, lendo textos de ambas as áreas, percebi que, de certa forma, a vida se parece com as fábulas. As coisas acontecem e, no fim, há uma lição a ser aprendida. Mas será que conseguimos perceber essas lições?

 

Esse é o ponto. Tudo o que acontece em nossas vidas tem um porquê, mesmo quando são coisas ruins. No entanto, nem sempre pensamos em todos esses “porquês”para extrair aprendizado deles.

 

Eu só comecei a pensar nisso há menos de dois anos quando várias coisas aconteceram comigo e pareciam se repetir de tempos em tempos. Eu não conseguia entender por que tanta “maldade da vida” comigo. Até que, primeiro, tomei baque quando aprendi que muito do meu sofrimento era resultado das expectativas que criava em relação às pessoas, aos projetos e situações. Foi quando escrevi o texto “A ilusão cria a dor”.

 

Mais recentemente, durante mais um momento de turbulência na vida profissional e acadêmica, tive que me condicionar a pensar de forma positiva e não me permitir ficar mal e me entregar. Extrair o lado bom do caos.

 

Viver é sinônimo de aprender. E se aprende estudando, ouvindo, observando, praticando, criando, errando, sofrendo... enfim, aprende-se VIVENDO. Ou seja, quando vivemos coisas boas, podemos extrair algo disso e, da mesma forma, quando enfrentamos dificuldades, também podemos aprender com elas.

 

Costumo ouvir amigos pedindo conselhos nos momentos difíceis e sempre digo a mesma coisa: pelo menos você pode aprender algo com isso. Lembro daquela frase que diz que nada é em vão e que, se não for uma benção, é uma lição. E esse é o segredo, é assumir para si a responsabilidade da própria felicidade e procurar entender o que aconteceu, sem jogar a culpa no outro, no emprego, no horóscopo, na vida, etc.

 

Você acha que aprende com as lições que a vida te dá? Você tem reconhecido seus acertos e pontos fortes? E suas falhas e fraquezas? Você consegue reconhecer o que é ou não sua culpa? Não existe uma fórmula, não existe um padrão. A vida é um mestre que aplica as lições e cabe a nós, os alunos, compreendê-las e aprender algo novo.

 

Aprendamos!

SOBRE AUTONOMIA E FELICIDADE

Filhos etc. e tal

Depois que temos filhos, o universo da maternidade nos absorve por completo, não tem jeito. Queremos compartilhar dicas e vivências, tirar dúvidas, fazer nossa programação para o fim de semana em família, saber mais sobre educação, saúde, alimentação, entre outros assuntos. Também desejamos mais compreensão e menos julgamentos ou palpites. Esse espaço aqui é para isso. Toda semana, eu – Jornalista há mais de 10 anos - vou contar uma história real, protagonizada por minha filha Luiza, de apenas 03 aninhos; e trazer notícias que interessam a todos aqueles que encaram diariamente o maravilhoso desafio de ter filhos. Prazer, Gabriela Melo!
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Certa vez, li em algum lugar que os pais não devem fazer pelos filhos nada que seus pequenos tenham a capacidade de fazer sozinhos. Luiza era um bebê e ainda precisava demais de mim e do pai para muita coisa. Achei o conselho meio forte, exagerado, mas, mesmo assim, passei alguns dias pensando nisso, e imaginando como seria bom e mais fácil quando eu pudesse deixar algumas coisas a cargo dela. Esta semana, minha mãe me enviou um texto sobre a importância de estimular a autonomia das crianças, e voltei a refletir sobre esse assunto. Luiza hoje está com 3 anos e meio e há algum tempo começou a pedir para fazer determinadas coisas sozinha, como calçar o sapato e colocar água no copo.

Lembro que fiquei bem feliz (e surpresa também) quando ela, na época com três anos recém completados, usou o banheiro pela primeira vez sem nenhuma ajuda. Estávamos na sala e de repente ela saiu correndo pelo corredor. Achei que ia pegar algum brinquedo no quarto, mas ela demorou um pouco e fui ver o que estava acontecendo. Ela estava no banheiro e tinha acabado de fazer cocô. Havia aberto a tampa do vaso e colocado o assentinho dela. Também tinha tirado a roupa e arrastado o banquinho que deixamos no banheiro para perto do vaso, para sentar lá. Tudo certinho! "Agola vou limpar", ela disse, destacando um único quadradinho do rolo de papel higiênico. Fiz a maior festa, elogiei ela e falei que era melhor eu mesma limpá-la.

Antes disso, quando tinha dois anos, mais ou menos, Luiza começou a ir dormir sozinha quando batia o soninho, depois do almoço. Ela simplesmente pegava o travesseiro, subia na cama usando um banquinho e minutos depois estava cochilando. Estávamos acostumados a colocá-la para dormir, com direito à mãozinha balançando o bumbum. Essas e outras coisas que demonstram a vontade e a capacidade de agir com autonomia vão acontecendo naturalmente, aos poucos, no tempo de cada criança. O maior problema é que vivemos quase sempre com pressa, e deixar que nossos filhos experimentem fazer o que já têm alguma habilidade para tentar, mas que costumávamos fazer por eles, leva tempo e exige paciência. É muito mais demorado - e melecado - quando eles comem sozinhos do que quando damos a refeição a eles, por exemplo. O mesmo acontece com tarefas como vestir a roupa e arrumar os brinquedos.

Preferimos fazer por sermos mais rápidos e não termos “tempo a perder”. Eu mesma, muitas vezes, levo Luiza no braço até o carro e do carro até a escola para agilizar o processo, já que de manhã sempre estou correndo, atrasada. E olhe que ela já está pesando uns 15 kg. Além disso, até bem pouco tempo, nossos filhos - ainda bebês - dependiam de nós para praticamente tudo. Nos habituamos a suprir todas as suas necessidades, a agir tempestivamente em qualquer situação. É bem cansativo fazermos tudo por eles, mas nos acostumamos e sentimos satisfação e orgulho disso.

Seja por pressa ou por hábito, impedir que nossos filhos façam sozinhos aquilo que eles têm capacidade de fazer pode frear o aprendizado, gerar dependência e trazer outras consequências negativas. Para a médica e pedagoga italiana Maria de Montessori – criadora do Método Montessori de Aprendizagem –, a relativa autonomia dos nossos filhos está associada, inclusive, à felicidade. Deixar que a criança aja por ela mesma, com estímulo e liberdade, gera confiança e eleva a autoestima. Ao fazer algo sem a nossa ajuda, nossos filhos se sentem úteis e seguros de si, além de descobrirem e manifestarem sua personalidade, através do jeitinho próprio de agir.

O papel dos pais, entretanto, é fundamental. Eles devem atuar como guias, orientando e levando em conta o tempo, as habilidades e necessidades de seus filhos para que o processo de desenvolvimento seja harmonioso. Não se trata de conceder todas as liberdades que a criança deseja ou tentar antecipar etapas, e sim confiar em sua capacidade e possibilitar que ela tenha a autonomia que é possível, de acordo com sua idade e suas características. Eu, particularmente, ainda peco nisso. Me pego fazendo coisas que sei que Luiza consegue fazer sozinha. Às vezes, vejo que estou no automático, agindo com minha filha como se ela ainda fosse um bebê, sem deixar que ela tente, experimente, mesmo que dê errado no início.

Na semana passada, ela faltou a escola porque estava com conjuntivite, e eu não fui trabalhar pelo mesmíssimo motivo. Ficamos juntas - e remelentas – em casa, super entediadas. Quando ela melhorou um pouco, já cansada do confinamento, pediu para ir no parquinho, escolheu a roupa e se vestiu sozinha [só ajudei a colocar a blusa]. Sabe AQUELA combinação? (rsrsrsr).

- Tem certeza que quer ir toda de rosa, com essa blusa apertada?
- Sim, eu gostei assim. Estou linda!
- E essa bota?
- Eu adolo essa bota!
- Ta certo, então!
- Vou levar Marrie.

E lá fomos nós, ela se achando maravilhosa, batendo os pés com força no chão e olhando para cima, de nariz empinado; e eu com cara de boba, toda derretida e completamente apaixonada por aquela criaturinha linda, feliz e cheia de si. 

Luiza na bicicleta

 

COMPARTILHANDO...

vem me regar 
VEM ME REGAR
Uma galera solidária se reuniu e organizou um show beneficente com o objetivo de arrecadar dinheiro para o tratamento da pequena Maria Flor, que luta contra uma leucemia. O evento acontece nesta quinta (28), a partir das 19h, no Che Music Bar, com apresentações da banda The Classex Brothers, Arco, Werden, Samba do Arnesto, Dana Estavo e Samba de Salto e DJ Rafa Aragão. O ingresso custa R$ 10 (até meia noite).

 

bita
BITA NO ENCANTA
Nesta sexta-feira (29), das 15 às 17h, o Encanta Espaço Infantil vai receber a visita do Bita, que vai cantar, dançar e brincar com a criançada. Para garantir uma vaga nessa divertida tarde musical é necessário ligar para 3303-4572. O Encanta fica no JFC Trade Center. 


tempodecrianca
TEMPO DE CRIANÇA
O mês de outubro está recheadinho de atividades gratuitas para os pequenos no Museu da Gente Sergipana. A programação, que começa no dia 5 e segue até 27, inclui exibição de filmes infantis, ações educativas com o tema ‘Brinquedos e Brincadeiras Populares’, além de oficinas de culinária, xilogravura e brincadeiras musicais. No Dia da Criança (12), haverá apresentação da Orquestra Jovem de Sergipe, com participação de Emellyn Syang e João Pedro Borges (The Voice Kids).


maratoninha
MARATONINHA
Estão abertas as inscrições para o Circuito Caixa de Maratoninha. A corrida infantil acontece no próximo dia 8, às 8h, no estacionamento da Orlinha da Coroa do Meio. Podem participar crianças de 5 a 12 anos. Os percursos são de 300 e 100m (categoria especial), e os vencedores de cada bateria receberão como prêmio uma bicicleta. Todos os participantes vão ganhar camisa, boné e medalha. As inscrições podem ser feitas através do e- mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. É necessário informar nome completo da criança, data de nascimento, nome do responsável e telefone para contato. Informações: (79) 99940-3617.

space ball
SPACE BALL
Neste sábado e domingo (30 e 1º), das 16h às 19h, o Space Ball/Riomar Aracaju vai ser invadido por Super-Heróis e Alienígenas. As 100 primeiras crianças fantasiadas que chegarem até as 15h terão 15 minutos gratuitos de diversão. E a programação especial em comemoração ao Dia das Crianças continua nos finais de semana do mês de outubro com Salão de Carrinhos, Chá de Bonecas e Boate Kids.

A AUDÁCIA DE SER MULHER

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“Morena”, “parda”, “mulata”, “caucasiana escura”... sempre se utilizam de eufemismos, como se a cor negra fosse um problema, um defeito. Chega de eufemismos, chega de ignorar o óbvio: somos negros. Mestiços ou não, de pele mais clara ou não, carregamos em nossos traços, narizes, cabelos e corpos a benção da negritude.
Carregamos luta, carregamos força. Nada de diminuições, é negra. 
Prazer, Thiarlley Valadares. Sim, negra!

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Era início de tarde de uma simples quinta-feira, eu organizava minhas coisas para sair do trabalho. Ao passar pela recepção, cumprimentei aqueles que ali estavam com um simples “boa tarde”, mas a minha boa educação foi mal interpretada por um dos homens que visitavam a emissora e aguardavam para falar com algum dos meus colegas.

Parecia só um incômodo qualquer e terrivelmente comum na vida de uma mulher. Porém, não era. 

No dia seguinte, tive o desprazer de vê-lo nas ruas, as dez horas da manhã, enquanto fazia o percurso em direção a emissora que trabalho. Ignorei seus cumprimentos cheios de más intenções e continuei o meu caminho. Dali em diante, o indesejável encontro passou a ser cotidiano, fazendo crescer em mim o medo, a incerteza do que poderia acontecer quando ele se cansasse de apenas me seguir.

As ruas que eu percorria eram as mais movimentadas da região, não poderia correr o risco de mudar o trajeto para ruas mais desertas e dar a ele a oportunidade de fazer o que eu tanto temia. Passei a sair dez minutos, mais cedo ou mais tarde que o habitual, mas não adiantou. Contei ao meu pai e ao meu namorado, que uniram forças para me acompanhar até o destino.

Irritada, o ódio crescia em mim, pois não queria ter que depender de um homem para me levar até onde precisava, porém não tinha outra saída. Quando as caronas não eram possíveis, lá estava eu, caminhando a passos largos, os óculos escuros escondendo o olhar assustado, atravessando sinais vermelhos por receio de ficar parada no mesmo lugar por muito tempo e vê-lo surgir ao meu lado, sabe-se lá de onde.

E então, eu finalmente me vi parte da infeliz estatística de 67% da população que sente medo de ser vítima de agressão sexual. E, sentindo na pele e no próprio medo, percebi o quanto nós mulheres somos vulneráveis a este tipo de agressão, o tempo todo. Enquanto muitos relativizam os casos de estupros analisando horário, roupas, companhias, nível de álcool no corpo, e até mesmo o passado das mulheres, ainda nos culpam.

No meu caso aqui relatado, a culpa dessa situação toda foi minha, já que tive a audácia de ser educada.

E, assim, a sociedade segue nos culpando, por termos a audácia de sermos quem somos.

A audácia de existir.

A audácia de ser mulher.

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Abre a boca, mana! Quem disse que as manas não podem falar sobre tudo? Pois é, aqui a gente vai conversar sobre as políticas envolvendo a comunidade LGBTQ, a criminalização da transfobia, lesbofobia e homofobia, o mercado de trabalho, as incríveis histórias de vida, denúncias e a importância da representatividade. A coluna é um espaço para novas frentes de pensamentos sobre o universo LGBTQ em Sergipe.

Prazer, Jonatan Santana!

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Sempre que um tema polêmico vem à tona e, consequentemente, gera uma repercussão maciça da população, tenho o cuidado de buscar entender o assunto. A apuração dos fatos, premissa do bom jornalismo, me persegue em diversos assuntos. E, com a questão da “Cura Gay”, não foi diferente. Sobretudo, por, diretamente, me atingir enquanto pessoa LGBTQ. 

Em 2013, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou o projeto de decreto legislativo que autoriza o tratamento psicológico, por parte desses profissionais, às pessoas em conflito de identidade de gênero e orientação sexual. Em tese, o texto permite que profissionais da psicologia possam "estudar ou atender àqueles que voluntariamente venham em busca de orientação acerca de sua sexualidade, sem qualquer forma de censura, preconceito ou discriminação”. 

Já nesses dias, o juiz da 14ª Vara Federal no Distrito Federal, Waldemar Cláudio de Caravalho, autorizou a liminar que permite o tratamento de pessoas LGBTQ por psicólogos. A assinatura positiva do juiz contraria a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) que, em 1990, retirou as questões envolvendo orientação sexual da Classificação Internacional de Doenças (CID). Lembrando, ainda, que, em 1999, o Conselho Federal de Psicologia editou a resolução proibindo qualquer tratamento de reorientação sexual. Sendo assim, é considerado um tanto incoerente essa interferência impositiva do judiciário em algo já instaurado como lei, anteriormente. Principalmente por se tratar de algo ligado a esfera médica e não jurídica.  Essa decisão do juiz, lamentavelmente, valida comportamentos homofóbicos, lesbofóbicos e transfóbicos. E, não, gente, nós não precisamos disso.

O processo de descoberta e aceitação da sexualidade, como disse em outro texto, é, por vezes, carregado de dor. São conflitos internos que, em muitos casos, desencadeiam problemas no cotidiano dessas pessoas. E tudo que não necessitamos neste momento, cara, é de uma lei que instaure, num português bem claro, que “você pode deixar de ser quem você é, fazendo um tratamento”.

É como o Mestre em Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas, Gerente Operacional de Promoção da Cidadania LGBTQ do Governo do Estado da Paraíba e Ativista LGBTQ, Marcus Paulo Medeiros, disse numa publicação em rede social. “Tem muita gente que acredita que a homossexualidade é doença e não levam seus planos de cura adiante porque não encontravam nenhum tipo de respaldo. Agora existe. Muitos pais e mães irão se aproveitar disso. Muitos psicólogos continuarão ou começarão esses tratamentos. E pouca gente vai se dar conta. Porque esse País tem dimensão continental e a grande maioria das cidades é de pequeno porte, com poucos habitantes. E nós, nessa bolha em que vivemos na qual fingimos que todo mundo é empoderado o suficiente, não nos daremos conta”.

Em outro momento, Marcus levanta um assunto ainda mais delicado: quem fiscalizará a abordagem desse profissional? “O que poderemos fazer para ajudar o menino gay lá do interior a superar as consequências nefastas que a divulgação dessa decisão vai acarretar para sua vida? Como o Conselho de Psicologia vai conseguir fiscalizar o trabalho de todos os profissionais que se apegarão a isso e farão tratamentos sem pé, nem cabeça, ganhando dinheiro com isso? Precisamos perceber a dimensão e a complexidade dessa discussão. Não é apenas algo que possa ser revertido com outra decisão judicial. É algo que ganha raízes profundas. É preciso que se reflita sobre isso. Para não cairmos no simplismo e achar que tudo estará resolvido se essa sentença for revertida. Nunca esteve. Não estará. Cada vez que isso é propagado finca raízes mais fortes e profundas. E essas raízes vão ficando difíceis de serem arrancadas”, finaliza.

E é justamente isso que eu penso. E reitero: nós não precisamos de cura. Não precisamos de interferência política, social e psicológica para entendermos nosso papel enquanto seres humanos e cidadãos. Não, nós não queremos isso. Não aceitamos. 

Somos cidadãos e, como tal, só desejamos viver de acordo com o que a própria Constituição Federal, no artigo 5º, diz: somos iguais perante a lei, nas dimensões da vida, liberdade, igualdade, segurança e propriedade.

Portanto, não me venha com nenhuma cura. Porque, aqui, quem precisa de tratamento é você, nobre cidadão, que ainda não compreendeu que somos plurais. E, enquanto tivermos sangue pulsando, abusaremos dessa pluralidade, sim. Você querendo ou não.

E quanto a sociedade, o que pedimos é que tente entender a diversidade como um valor e não como um defeito. Precisamos da diversidade, da pluralidade, da união. E, assim, voaremos ainda mais longe. Sendo e levando amor.

CURA GAY

Transtorno Poetico

Poeta, escritor, compositor sergipano e parceiro musical de muitos; idealizador do projeto literário multimídia Transtorno Poético; integrante do duo InspiraSons - um misto de música e poesia que vem percorrendo saraus pelo Brasil afora; duas vezes finalista do Festival Sescanção; premiado no Festival de Música da TV Atalaia enquanto compositor; criador e um dos produtores culturais do evento Pôr do Sol, Som & Poesia. Pelos meus caminhos, busco reunir trabalhos autorais em diversos segmentos artísticos e trazer a poesia para o cotidiano, para bares, casas de show e festivais.
Prazer, J. Victor Fernandes!
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Tenho amigxs gays curandeirxs, já me curaram de muito lixo emocional e preconceito histórico cotidiano que precisava perceber e me livrar para evoluir, seguir mais leve e ser uma pessoa melhor. E para me curar elxs só precisaram ser.

Cura gay é ser curado pelo testemunho da missão alheia, que nos ensina: TODO AMOR É BÊNÇÃO no templo sagrado dos nossos corpos e não nos templos de pedra e de poder. Essa é a verdadeira cura gay, pelo direito inerente de ser e pela cura das almas realmente adoecidas.

O ser humano precisa sair de todo e qualquer tipo de armário que o impeça de amar a si e amar ao próximo.


---------------- J. V.

#transtornopoetico

 

PRÓXIMAS PARTICIPAÇÕES E DICAS CULTURAIS

FAVS

PROJETO OUTSIDE - SEU SERGIPE
É com muito prazer que convidamos você para a primeira exposição de artes no Seu Sergipe. Será um evento realizado pela FAVS. Nesta data, você pode conferir atrações musicais, performance, exposição de fotografia, esculturas, pinturas e ilustrações. Lógico que não vai faltar comida e bebida Sergipana. Os preços para degustar os pratos vão de R$5 a R$20. Confirme presença e conheça um pouco mais do nosso estado!

A VIDA É ESCRITA À CANETA

Cara do Espelho

Quando a gente se olha no espelho e não se reconhece ou enlouquece ou escreve. Fiz um pouco dos dois. Estudo jornalismo e escrevo no blog Cara do Espelho sobre o que vejo, sinto e reflito. No mais, não sou nada. Estou de passagem, estou em mutação, em evolução. Apenas estou.

Por Diogo Souza, o Cara do Espelho.

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Durante a aula de hoje, vi alguém usando um lápis para escrever e depois pedindo uma borracha para apagar um erro. Isso me fez perceber que o único período que escrevi a lápis foi a infância, quando tudo era mais lúdico, quase fantasioso. Nessa época era permitido errar. Isso me fez pensar que a vida é como um texto escrito à caneta. Se você errar, não tem como apagar, pois é tudo marcado a tinta. Ou você desiste da folha inteira e a rasga, ou você borra, corrige e segue em frente.

E as pessoas reagem de maneiras diferentes aos próprios erros. Tem quem passa um traço e continua prontamente o caminho, outros não aceitam muito bem a incorreção e tentam encontrar uma maneira de remendar as coisas e incorporar o erro. Também tem aqueles que fazem borrões para cobrir a falha, alguns mais suaves e espaçados, outros bem fortes e marcados, enfatizando o tropeço na linha. E tem ainda aqueles que passam corretivo e fingem que nada aconteceu.

Essas são só algumas formas de lidar com os erros “irremediáveis” do mundo adulto, não somente numa folha de papel. São as formas de aceitar, entender, corrigir e seguir em frente. A forma como reagimos diante dos erros dirá se conseguiremos aprender e acertar adiante. Erros são uma grande fonte de aprendizado para quem tem humildade e sensibilidade para aprender com eles.

Quando vejo um texto cheio de borrões, não o encaro como cheio de erros, mas sim como cheio de reflexão e aprendizado. A mesma coisa acontece com as pessoas que encontro, prefiro imensamente ver aquelas que estão cheias de borrões do que as que se cobrem de corretivo e remendos mal feitos. Prefiro as que tiveram coragem de assumir os desacertos, aprenderam com eles e seguiram em frente.

Isso é grandioso. Aprender com os erros é verdadeiramente humano.

CADÊ O FILTRO?

Filhos etc. e tal

Depois que temos filhos, o universo da maternidade nos absorve por completo, não tem jeito. Queremos compartilhar dicas e vivências, tirar dúvidas, fazer nossa programação para o fim de semana em família, saber mais sobre educação, saúde, alimentação, entre outros assuntos. Também desejamos mais compreensão e menos julgamentos ou palpites. Esse espaço aqui é para isso. Toda semana, eu – Jornalista há mais de 10 anos - vou contar uma história real, protagonizada por minha filha Luiza, de apenas 03 aninhos; e trazer notícias que interessam a todos aqueles que encaram diariamente o maravilhoso desafio de ter filhos.
Prazer, Gabriela Melo!
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Perdi as contas das vezes que minha filha me fez querer evaporar de vergonha. Já soltou pum no elevador, levantou meu vestido numa festa, se jogou no chão do shopping... Mas quase sempre o constrangimento tipo 'super big vexamão' acontece porque ela fala o que pensa, sem nenhum filtro. Chamam isso de "espontaneidade", mas em alguns casos dá pra substituir por "Meu Jesus amado, cadê o buraco?". É tenso demais! E o maior problema é que NUNCA sabemos o que fazer na hora. A vontade é de sumir, simplesmente.

Uma vez estávamos na sala de espera de um consultório médico, em Recife. Um lugar bem pequeno, de uns 3x3m. Entra um homem de olhos esbugalhados, dentes tortos saltados pra fora da boca, nariz bem grande, pescoço comprido, cabelo assanhado. Luiza olha bem pra ele e dispara, à queima roupa: "Nossa, que homem feio!". Outra vez, no parquinho, um menino, ao ser chamado pela mãe, disse que não iria pra casa de jeito nenhum e ainda chamou ela de ‘chata’. Luiza se aproximou da mulher e disse: "Ele é muito mal educado!". Eu fiquei roxa, mas ela riu e levou numa boa.

Lembro bem de outro fato semelhante. Estávamos numa lanchonete comendo pão de queijo quando duas senhoras - super produzidas, bem vaidosas - se aproximaram. Luiza, que costuma falar baixinho, nesse dia estava "sem retorno" e acabou falando bem mais alto do que o normal: - "Olha, duas velhas!". As senhoras estavam muitíssimo perto e com toda certeza do mundo escutaram aquilo. Eu e o pai de Luiza ficamos com os olhos arregalados e as bochechas pegando fogo, sem ação. Discutir o tema naquele momento, na frente das senhoras, talvez as constrangesse mais. Optamos por falar sobre o assunto depois de sairmos dali. Explicamos tudo que achamos que devíamos, destacando que não é legal chamar as pessoas de ‘velhas’.

Semana passada, eu e Luiza fomos numa feira de adoção de animais. Antes, falei um pouco sobre o que era adoção e sobre animais abandonados. Disse também que só iríamos olhar os bichinhos. Chegamos tarde e não havia muitos cachorros disponíveis para adoção, só uns quatro ou cinco. Luiza se apaixonou pelo mais idoso. Ele era grande, bonito, tinha olhos opacos e tremia muito. Nem se levantava. “Vamos levar esse pla casa, por favor?”, pediu, quase suplicando. “Esse é muito velhinho, ele não vai conseguir brincar com você”, eu respondi. “Mamãe, você chamou ele de velho! Ele está muito tiste, veja a calinha dele. Você tem que pedir desculpa!”, disse ela, com os olhos cheios de lágrimas e a voz meio embargada. Fiz um afago e pedi perdão ao bichinho, claro.

Tenho certeza que nesse episódio da feira de adoção ela lembrou da conversa que tivemos depois do que aconteceu na lanchonete, com as duas senhoras. Por isso levei bronca, com razão. Mas, voltando à falta de filtro... tem coisas que dá pra explicar, repreender, ensinar. Em outras situações, resta curtir aquela vergonhinha e aceitar que criança é assim mesmo. Luiza, por exemplo, às vezes rejeita categoricamente uma pessoa que está fazendo de tudo para ser agradável. Já aconteceu de desconhecidos elogiarem ela, perguntarem o nome, fazerem um afago e ela mandar: "Não gosto de você!". Parece que o santo não bate, sei lá. Fazer o que? Que argumentos usar? Não dá pra forçar afeto. Não acho que isso faça parte do "ser educado".

O fato é que nem tudo as crianças são capazes de compreender, especialmente quando se trata das regras do complicado jogo da vida e da convivência social. Só o tempo vai presentear nossos filhos com certos filtros. Até lá, torço pra que alguém crie a fórmula da invisibilidade e que as pessoas sejam compreensivas e tolerantes com a espontaneidade das crianças - assim como costumam ser com os mais idosos -, sem culpar sempre os pais por cada palavra e atitude de suas crias. Nem tudo depende da nossa vontade, acredite!

Luiza na escada

 

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Feiras da Agricultura Familiar 

FEIRINHAS ORGÂNICAS
Para a alegria dos amantes da alimentação saudável, atualmente Aracaju conta com várias opções de feirinhas orgânicas. No Shopping Jardins, a Feirinha Sobre Rodas acontece toda sexta-feira, das 16 às 20h. O ônibus da Cooperativa de Produção Sustentável de Sergipe (Coopersus) sempre estaciona perto da portaria B e oferece frutas, verduras e hortaliças livres de agrotóxico. Outra opção é a Feirinha Riomar, que ocorre toda quinta-feira, a partir das 15h, no 3º piso do edifício-garagem, próximo aos elevadores. Também tem a Feira da Agricultura Familiar de Produtos Orgânicos, projeto as Secretaria de Estado da Inclusão Social promovida em diversos endereços. Confira no calendário.

 

maria flor

CAMPANHA MARIA FLOR
Maria Flor, de 1 ano e meio, está enfrentando uma dura batalha contra a leucemia. Ela começou a segunda etapa do tratamento e, junto com sua família, está se mudando para São Paulo. Para ajudar a custear as despesas, os pais da pequena Flor e alguns amigos criaram uma campanha de arrecadação. Qualquer valor pode ser depositado na seguinte conta:

BANCO DO BRASIL
AGÊNCIA: 3361-8
VARIAÇÃO: 51
CONTA POUPANÇA: 609.203-9
TITULAR: CLÁUDIO MECENAS (pai da Maria Flor)
CPF: 882.314.105-20



mix 

PARADA MIX
Nesta sexta e sábado (22 e 23), a partir das 17h, a Mix FM Aracaju promove a ‘Parada Mix Food Truck’, no estacionamento do Extra. Além de várias opções de comidinhas, haverá música e parque infantil com brinquedos infláveis gratuitos.


dia do conto

DIA DO CONTO
Sábado (23), na livraria Escariz da av. Jorge Amado, tem música e contação de história com Coracy. A programação começa às 15h30 e a entrada é 1kg de alimento não- perecível por criança, para doação destinada à Comunidade Católica Servos e Servas da Santíssima Trindade.


TARDE GELADINHA
A loja Lilica e Tigor, no shopping Jardins, está preparando uma programação especial e gratuita para a criançada. Neste sábado (23), as 15 às 18h, acontece a Tarde Geladinha, com as gostosuras da Divino Geladin e pintura facial com Tia Carla.


É PRIMAVERA!
O Jardim Escola Babylândia comemorou a chegada da primavera com uma festa linda, animada e colorida. As crianças vestiram roupas floridas, se reuniram na quadra e cantaram músicas sobre a estação das flores. Fofo demais!

 

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AMERICAN PARK
Quem passou recentemente pelo shopping Jardins deve ter visto que o American Park está sendo montado na área do estacionamento, perto da entrada da Riachuelo, com atrações para crianças, jovens e adultos. Na página do parque, no Facebook, a organização já confirmou atrações como o Ranger, Extreme, Top Spin e Waka Waka, além dos tradicionais montanha russa, roda gigante, bate-bate, carrossel, cama elástica, entre muitos outros brinquedos. A estreia está prevista para o dia 27 (ainda sem confirmação), mas a promessa é de muita diversão e adrenalina.

 

happy holi

HAPPY HOLI
Aracaju recebe neste fim de semana a quarta edição do Happy Holi. O festival de música e cor acontece neste sábado (23), das 14h às 22h, na Arena de Eventos, na Coroa do Meio. DJs nacionais e internacionais vão tocar reggae, world music e hip-hop. O momento mais aguardado é quando o público espalha pelo ar o Gulal (pó colorido), que enche o lugar de cor e magia, criando um momento único de bem estar e euforia. Os ingressos estão à venda na Central do Ticket, no Riomar Shopping. Os valores variam de R$ 60 a R$150. A entrada de crianças com idade acima de seis anos é permitida se elas estiverem acompanhadas dos pais ou responsáveis. Pessoas com idade acima de 12 anos têm acesso livre.

 

malwee kids

MALWEE KIDS
A Malwee Kids tá com uma promoção incrível para o Mês das Crianças. A cada R$ 149,90 em compras mais R$ 39, você leva pra casa uma boia linda em formato de picolé, bem grandona. A criançada vai amar! É aproveitar a promoção e rezar pra o solzinho aparecer, né?

 

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