Educação

Atheneu

O governo do Estado, por meio da secretaria de Estado da Educação (Seed), informa que o Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ/SE) concedeu liminar no agravo de instrumento para a realização da reforma e modernização do Centro de Excelência Atheneu Sergipense. As obras, orçadas inicialmente em R$ 8,5 milhões, serão executadas ao custo de R$ 6,8 milhões, menor valor apresentado nas propostas.

A reforma e ampliação da unidade escolar possibilitará a climatização de todas as salas de aula, a recuperação de toda a estrutura metálica da quadra poliesportiva, do refeitório, da sala de dança e do grêmio, bem como do auditório. Toda a cobertura do colégio será revisada, assim como as esquadrias de madeira e os cobogós.

Com a conclusão da obra, o prédio passará a atender às normas técnicas de acessibilidade e contará com elevador, novas rampas de acesso, além de mapa e pisos táteis, banheiros adaptados e uma nova pavimentação interna em piso de alta resistência dentre outras melhorias na estrutura física.

Histórico
Fundado no século XIX, precisamente em 24 de outubro de 1870, o Colégio Estadual Atheneu Sergipense é considerado a mais tradicional unidade escolar do estado. Atualmente, a unidade oferece ensino médio em tempo integral a cerca de dois mil alunos.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou no Diário Oficial da união desta terça-feira, 02, o edital do Exame Nacional do Ensino Médio 2017 para pessoas privadas de liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL).

As provas serão realizadas em 12 e 13 de dezembro e os órgãos de administração prisional e socioeducativa que desejarem indicar unidades para aplicação do exame deverão assinar termo de adesão até o próximo dia 13 de outubro. As instituições indicadas também devem firmar o termo no mesmo período.

Cada unidade prisional ou socioeducativa indicada terá um responsável pedagógico com acesso ao sistema de inscrição e suas funcionalidades. O profissional será responsável por realizar e acompanhar as inscrições; determinar a sala de provas dos candidatos; transferir participantes entre as unidades, se for o caso, dentro do prazo previsto; e excluir participantes que tiverem sua liberdade decretada.

O responsável pedagógico também deverá acessar os resultados obtidos pelos participantes e pleitear sua participação no Sisu e em outros programas de acesso à educação superior. Além disso, deverá divulgar as informações sobre o exame aos participantes.

Inscrições

O Inep receberá as inscrições para o Enem PPL entre 9 e 20 de outubro. Os participantes com mais de 18 anos de idade poderão utilizar o desempenho no exame como mecanismo único, alternativo ou complementar de acesso à educação superior.

Já os participantes menores de 18 anos, considerados treineiros - que fazem as provas para conhecer o processo - só poderão utilizar os resultados individuais no exame para autoavaliação de conhecimentos.

A adesão ao exame pode ser feita no portal do Inep.

Acesse o edital do Enem PPL 2017.


|Fonte: MEC - Inep

Documento imprescindível para que o candidato possa realizar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio 2017, o Cartão de Confirmação será liberado para impressão a partir do dia 20 de outubro. O documento estará disponível na página eletrônica do Enem e informará o local onde cada estudante fará as provas.

Para ter acesso ao cartão de confirmação, o aluno deverá informar o número do CPF e a senha cadastrada no momento da inscrição. O cartão traz o número de inscrição, a data das provas, horários (abertura dos portões às 12h, fechamento às 13h e início dos testes às 13h30, todos tendo como referência o horário de Brasília) e o prédio a que o candidato deverá se dirigir. No cartão também é informado se o estudante pediu atendimento especializado e ou específico e qual a opção de língua estrangeira - inglês ou espanhol.

A prova deste ano será realizada em dois domingos consecutivos. No primeiro domingo, os estudantes farão testes de ciências humanas, linguagens e redação; no segundo, de matemática e ciências da natureza. Até o ano passado, o exame era realizado em um sábado e um domingo, no mesmo fim de semana, e a prova de redação era aplicada no segundo dia de exame. Com a mudança, no primeiro domingo, os estudantes terão cinco horas e meia de prova e, no segundo, quatro horas e meia.

A partir deste ano, o Enem não poderá ser usado para certificar o ensino médio. Dessa forma, esta operação voltará a ser feita pelo Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos (Encceja). 

Segurança
Para dar mais segurança ao processo, o MEC vai estrear dois recursos contra fraude. Um deles é a prova personalizada, na qual os participantes receberão cadernos de questões identificados com nome e número de inscrição, informações que também passam a constar nos cartões de resposta encartados. Até 2016, os participantes recebiam o cartão de resposta separado e faziam a identificação com a cor de sua prova. 

A outra medida de segurança são os detectores de ponto eletrônico. O novo recurso é um receptor avançado de detecção de campo próximo, capaz de acusar a emissão de sinais em radiofrequência de wi-fi, bluetooth, celulares e em transmissões ilegais. O aparelho detecta transmissões de radiofrequência, independentemente de serem desconhecidas, ilegais, disruptivas ou de interferência.

O recurso será usado para localizar e identificar, com precisão e sem a necessidade de busca pessoal, participantes que tentarem usar pontos eletrônicos ou aparelhos de transmissão e que, eventualmente, possam ter burlado a inspeção por meio dos detectores de metal.

Veja aqui mais informações sobre a participação no Enem 2017.

|Fonte: MEC

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Só quem já viveu na pele sabe a dificuldade de encontrar uma escola para os seus filhos. As instituições famosas podem se tornar impessoais, as pequenas podem não ter os recursos necessários, mas como podemos acertar nessa tarefa crucial? Não existe uma resposta concreta, cada criança tem uma natureza própria, uma forma de aprender, se desenvolver e se relacionar. Talvez por essas razões alguns Pais se desesperem, afinal, seu filho não se adéqua ao modelo tradicional e este é o único posto.

Eis que começa a aparecer uma luz no fim do túnel. Afinal, qual seria a semelhança entre a cantora Beyoncé Knowles e o guru da administração Peter Drucker? Ou entre os fundadores do Google Larry Page e Sergei Brin e o escritor Gabriel García Marquez? Eu respondo, todos foram educados através do método montessoriano um método concreto, que desperta na criança o gosto de aprender, a raciocinar e a nunca mais esquecer uma experiência de vida.

Trazendo na bagagem mais de 20 anos de experiência com o método, a psicopedagoga Lêlian Gomes Bittencourt, trouxe para Aracaju sua militância e inabalável defesa do método como solução ao desalento dos Pais Sergipanos, buscando apresentar para as escolas e para os professores essa metodologia, oferecendo aos Pais a possibilidade de ver seus filhos se desenvolverem no tempo certo, de forma intuitiva e com respeito as suas características individuais.

O Método é o resultado de pesquisas científicas e empíricas desenvolvidos pela médica e pedagoga Maria Montessori e é caracterizado por uma ênfase na autonomia, liberdade com limites e respeito pelo desenvolvimento natural das habilidades físicas, sociais e psicológicas da criança.

De acordo com sua criadora, Maria Montessori, o ponto mais importante do método é, não tanto seu material ou sua prática, mas a possibilidade criada pela utilização deste, de se libertar a verdadeira natureza do indivíduo, para que esta possa ser observada, compreendida, e para que a educação se desenvolva com base na evolução da criança. A criança é o centro do método montessoriano e o professor tem o papel de acompanhador do processo de aprendizado. Ele guia, aconselha, mas não dita e nem impõe o que vai ser aprendido pela criança.

A fim de divulgar o método, Lêilian visita escolas, atende alunos em seu consultório, participa de seminários e realiza treinamento para os professores Sergipanos, como o que aconteceu no último sábado, 30, em Aracaju. O Curso foi resultado de uma parceria entre a Consultoria AdequaSonhos e a Clinica Orienta com organização da CGMV. Quem tiver interesse em participar de novos cursos, ou de conhecer melhor o método, poderá entrar em contato com a psicopedagoga através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

|Fonte: Assessoria de Comunicação
|Foto: Divulgação

Após 29 dias da deflagração da greve dos professores da rede municipal de ensino de Aracaju, ocorrida no dia 1° de setembro, a paralisação, finalmente, chegou ao fim. A decisão foi anunciada pelo próprio Sindicato dos Profissionais do Ensino no Município de Aracaju (Sindipema), em assembleia realizada nesta sexta-feira, 29.

As atividades por parte dos professores que estavam paralisados serão retomadas na próxima segunda-feira, 2. Entre as 74 escolas da rede, apenas seis haviam aderido totalmente à greve. Outras 49 haviam aderido parcialmente, enquanto 16 seguiam o ano letivo normalmente. Três escolas da rede estão em férias no momento.

Desde o início do ano, a administração municipal manteve os canais de diálogo abertos com a categoria, seguindo a postura de gestão democrática e transparente. Das 17 solicitações feitas pelo sindicato, apenas o reajuste anual do piso nacional do magistério não foi atendido por total inviabilidade financeira. Atualmente, nenhum professor da rede municipal de ensino recebe menos que o piso nacional do magistério, que é de R$2.298,82. O menor salário pago na rede municipal de Aracaju é de R$2.560,99.

A  secretária municipal da Educação, Maria Cecília Leite, avalia a notícia como um entendimento dos professores diante da condução transparente do processo de negociação. Foram realizadas nove reuniões entre a Prefeitura e representantes da categoria, explanando os dados que justificam a inviabilidade de conceder o reajuste de 7,4% solicitado, bem como a situação encontrada e como estão sendo aplicados os recursos da Educação.

Cecília parabeniza a decisão dos professores e afirma que a administração municipal continuará investindo na valorização do corpo docente do município e se esforçando para atender as reivindicações da classe. A secretária lembra, também, como a atual administração, apesar das dificuldades financeiras, vem trabalhando pelo desenvolvimento e restabelecimento da qualidade do ensino em Aracaju.

"Nós restabelecemos os serviços de limpeza, transporte e merenda escolar, estamos oferecendo uma alimentação com um rigoroso controle de qualidade para os nossos alunos, entregamos uma escola nova no bairro 17 de Março e acabamos de concluir a licitação da segurança particular nas escolas. Além disso, estabelecemos a manutenção de todas as unidades de ensino e estamos criando o Fórum Municipal da Educação, entre outras ações. O trabalho é árduo para que nossa Educação funcione com dignidade, mas precisamos contar com os nossos professores. Fico muito feliz que a categoria tenha tomado a decisão de encerrar a greve", destacou Cecília Leite.

|Fonte: Semed/PMA

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Os alunos da rede municipal de ensino de Aracaju continuam sem aulas. O motivo? O Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju (Sindipema) decidiu, na última terça-feira (26), que irão continuar em greve. A decisão não foi recebida com bom tom pela secretária de Educação do Município, Cecília Tavares, que, por meio de nota enviada à imprensa, revela que a paralisação não se trata do pagamento do piso salarial e sim do reajuste anual, de 7,4%, pedido pela categoria.

“A categoria afirma que a gestão passada deu reajuste, mas não se atenta a um fato importante: esse reajuste não foi pago. Tanto que, quando assumimos, encontramos uma dívida de R$ 540 milhões. Sendo que, grande parte desse montante, se refere a Educação”, pontua.

A secretária revela, ainda, que os professores recebem seus vencimentos de acordo com o piso nacional do magistério. “O menor salário pago na rede municipal de Aracaju é de R$2.560,99, e esse valor está dentro da legislação”, afirma.

Cecília Leite também defende a responsabilidade que a Educação tem tido com todos os servidores, mas considera como injusta a continuidade da greve. "Não podemos assumir um pagamento que nós temos consciência que não teremos como honrar. A Semed trabalha, em 2017, com um passivo de cerca de R$42 milhões e com um orçamento R$30 milhões menor que o de 2016. Para fazer o pagamento desse passivo precisamos de aproximados 18 meses, que são contados desde janeiro de 2017. Seria uma irresponsabilidade dizer que temos condição de pagar o reajuste e depois voltar a atrasar salário por não ter condição de honrar. Isso também é respeito ao professor. Antes, os professores viviam em instabilidade extrema, sem nem saber quando iriam receber. Por isso, hoje, pedimos a compreensão da categoria", frisou.

Além desses fatores, a secretária diz que a greve tem prejudicado diversos alunos da capital. Como, por exemplo, o caso de Kátia de Jesus Silva, mãe de uma menina de 9 anos. Com a paralisação, a rotina diária mudou. "Não tenho com quem deixar minha filha, então, como preciso trabalhar, ela fica em casa sozinha. Entendo que os professores têm o direito de reivindicar, só que as crianças estão sendo prejudicadas porque o ano letivo está comprometido", relata.

Aline Silva, que também é mãe de um aluno da rede municipal, lamenta ter que deixar o filho em casa porque ele está sem aula. "Os professores estão no direito deles, só que isso prejudica não só os pais, que não têm como ensinar os filhos em casa, mas principalmente as crianças que ficam à toa. Meu filho hoje está com a minha filha mais velha porque ela está de férias da escola que estuda, mas eu preferiria que ele estivesse na escola, aprendendo as letrinhas, os números. Ele também tem direito de ter aula”.

Na próxima sexta-feira, dia 29, uma nova assembleia será realizada pelos professores.

|Com informações da assessoria de comunicação
|Foto: Sergio Silva

WHATS 1000x1000px Conadi 2017

Diante do cenário político, econômico e social que o Brasil se encontra, se faz necessário refletir e debater com mais profundidade a respeito das soluções que podem ser apresentadas a partir do Direito. Pensando nisso, será realizada a 16ª edição do Congresso Nacional de Direito – Conadi – entre os próximos dias 27 e 29, na Universidade Tiradentes, com o tema “As instituições jurídicas e a defesa do Estado Democrático de Direito: tendências e cenários contemporâneos”.

Profissionais como o ministro sergipano do Tribunal Superior Trabalho Augusto César, doutor em Direito das Relações Sociais pela Universidad de Castilla la Mancha, na Espanha, farão parte da programação. O ministro fará palestra com o tema “Democracia e reforma trabalhista” no dia 29, às 14h, na salas 8 e 9, no bloco D do Campus Unit Farolândia.

Além dele, renomados professores, pesquisadores e juristas que despontam no cenário nacional farão parte dos três dias de evento, como a especialista em Direito Processual Civil Sabrina Dourado ministrará a palestra "As redes sociais como meio de prova no processo civil moderno" na conferência de abertura do evento, às 19h30, no terraço da biblioteca da Unit Campus Farolândia.

O advogado especialista em Direito de Família Rodrigo da Cunha Pereira virá a Aracaju para a palestra “Novas Conjugalidades e Novas Parentalidades” às 15h30 do dia 29.

16º Conadi

O evento é aberto para o público em geral e conta com uma vasta programação, contemplando apresentação de trabalhos, minicursos, conferências, lançamento de livros e sessão de autógrafos, palestras e grupos de pesquisas.

As inscrições podem ser feitas pelo site do evento.

|Fonte: Assessoria de Comunicação
|Foto: Divulgação

CODAP

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep/UFS) lançou edital de concurso público para vaga de professor efetivo nas áreas de Matemática, Música e Francês, para atuar no Colégio de Aplicação, localizado no campus de São Cristóvão. São oferecidas 3 vagas, em regime de dedicação exclusiva.

A inscrição deverá ser feita exclusivamente via internet, através do endereço eletrônico www.progep.ufs.br, até o dia 12 de outubro. Após o preenchimento do formulário, o candidato deverá imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU) no valor de R$ 70,00 (setenta reais) e efetuar o pagamento até o dia 13 de outubro, nas agências ou caixas eletrônicos do Banco do Brasil.

De acordo com o edital, o concurso será realizado através de prova escrita, prova didática e prova de títulos. O início das provas deverá acontecer entre 11 de novembro e 10 de janeiro de 2018. As datas, horários, locais de realização e comissões examinadoras serão divulgados a partir do dia 25 de outubro, no endereço da Progep.

O resultado final será divulgado em três listas, contendo a primeira, a pontuação de todos os candidatos, inclusive a dos candidatos que se autodeclararam pretos ou pardos e dos candidatos portadores de deficiência, a segunda, somente a pontuação dos candidatos que se autodeclararam pretos ou pardos, e a terceira, somente a pontuação dos candidatos portadores de deficiência.

Para mais informações, acesse o edital aqui.


|Fonte: CODAP

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