Educação

Em Aracaju, o CEEP José Figueiredo Barreto está com inscrições abertas para Cursos Técnicos em Serviços de Condomínio, Bar e Restaurante, e em Rede de Computadores. Serão 240 novas vagas, sendo 80 para cada um dos cursos ofertados no turno da noite.  As inscrições devem ser realizadas até o sai 31 de janeiro na Secretária da instituição, localizada na rua Laranjeiras, n° 1919, de segunda à sexta, das 8h às 21h.

Propriá

As inscrições para o curso Técnico em Aquicultura, do Centro de Excelência “Joana de Freitas Barbosa” estão abertas até o dia 29 de janeiro. Estão sendo ofertadas 60 vagas, em duas turmas, distribuídas no turno da manhã e tarde, na forma subsequente. Os interessados em participar do processo, deverá realizar suas inscrições na secretaria do Centro situado na rua Bela vista, s/n, no Bairro América, em Propriá, ou pelos telefones 3322-5851 e 3322-2238. No ato da inscrição o candidato deverá apresentar Carteira de Identidade e o Certificado de Conclusão do Ensino Médio.

Neópolis

No CEEP Agonalto Pacheco da Silva, estão sendo distribuídas nos turnos da manhã, tarde e noite, 385 vagas para Cursos técnicos em Segurança do Trabalho, e em Alimentos, distribuídos na forma ensino subsequente e integral. As inscrições estão abertas até o dia 26 de janeiro e podem ser realizadas na Secretaria da instituição. Para se inscrever, o candidato deverá apresentar a Carteira de Identidade, e o Certificado do Ensino Fundamental para aqueles de forma integrada e o Certificado do Ensino Médio para a forma subsequente.

Nossa Senhora das Dores

O Centro Estadual de Educação Profissional “Berila Alves de Almeida”, está ofertando 80 vagas para o ingresso no Curso Técnico em Agroindústria, modalidade de ensino integral. As inscrições estão abertas até o dia 29 de janeiro, e pode ser realizada na Secretária do Berila, localizada na Rodovia SE 230, avenida Francisco Pedro Nascimento s/n, em Nossa Senhora das Dores. No ato da inscrição, o candidato deverá ter em mãos a Carteira de Identidade e Certificado de Conclusão do Ensino Fundamental.


|Fonte: SEED

As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam amanhã (23) e vão até a próxima sexta-feira (26) no site do Ministério da Educação (MEC). Ao todo, serão 239.601 vagas oferecidas em 130 instituições, entre universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais.

Podem se inscrever estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, que obtiveram nota na redação diferente de zero e que não sejam treineiros (participantes menores de 18 anos no primeiro dia de realização da prova). É necessário informar o número de inscrição do Enem 2017 e a senha mais atual cadastrada no site.

O Sisu foi desenvolvido pelo ministério para selecionar candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior que utilizarão a nota do Enem como única fase de seu processo seletivo. A seleção é feita com base na nota obtida pelo candidato. No site do MEC, é possível consultar as vagas disponíveis, pesquisando as instituições e os seus respectivos cursos participantes.

Confira o cronograma completo do Sisu abaixo:

- 23/1 a 26/1: período de inscrições (as notas de corte serão divulgada nos dias 24, 25 e 26)
- 29/1: resultado da chamada regular
- 29/1 a 7/2: prazo para participar da lista de espera
- 30/1 a 7/2: matrícula da chamada regular
- 9/2: convocação dos candidatos em lista de espera pelas instituições a partir desta data.

|Fonte: Agência Brasil

A abertura das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi antecipada para 23 de janeiro, conforme anunciou hoje (18) o ministro da Educação, Mendonça Filho. Segundo ele, estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 e que queiram tentar uma vaga em instituições públicas de ensino superior têm entre 23 e 26 de janeiro para se inscrever.

O anúncio foi feito durante entrevista coletiva para divulgar os resultados do Enem 2017, liberados pouco antes das 12h de hoje. O prazo inicial para registrar a nota da prova e se candidatar a uma instituição pública de ensino superior era de 29 de janeiro a 1º de fevereiro. De acordo com o ministro da Educação, o motivo da antecipação seria apenas “saciar a ansiedade” dos candidatos.

O cronograma das demais seleções da pasta, como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Programa de Financiamento Estudantil (Fies), segundo ele, permanece inalterado.


Consulta
Os alunos de todo o país já podem consultar suas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 individualmente na página do participante, através da inserção do CPF e senha cadastrada no site https://enem.inep.gov.br/participante/.

O resultado dos treineiros só será divulgado em 19 de março. Na mesma data, o Ministério da Educação também vai disponibilizar os chamados "espelhos da redação", que são a cópia digitalizada dos textos e as justificativas para as notas.

Nesta quinta, o Ministério da Educação (MEC) também divulgou o balanço sobre o desempenho dos candidatos na edição de 2017 do exame. Apenas 53 alunos tiraram nota mil na redação, que este ano teve como tema "Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil". A nota media, contudo, subiu de 541,9 para 558.

O MEC também apresentou as notas mínimas e máximas em cada uma das cinco áreas da prova.


|Com informações de: Agência Brasil e G1
|Foto: Agência Brasil

*Matéria editada para inserção de conteúdo às 10h23 de 19/01/2018.


Enem 2017

O Ministério da Educação antecipou em um dia a divulgação do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017. A partir de 18 de janeiro os estudantes poderão consultar os resultados individuais na Página do Participante, na internet. A nova data foi divulgada hoje (12) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

É necessário informar o CPF e a senha cadastrada no momento da inscrição no Enem. Quem não se lembra da senha pode recuperá-la na Página do Participante. É com ela que o estudante também terá acesso ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que ficará aberto de 29 de janeiro a 1º de fevereiro.

Os resultados dos participantes com menos de 18 anos, comumente chamados de treineiros, serão liberados 60 dias depois da divulgação regular. O mesmo prazo vale para os espelhos de correção das redações. O acesso ao espelho de correção é uma forma de o participante saber como se saiu em cada uma das cinco competências avaliadas pela prova.

Os estudantes podem usar o resultado das provas do Enem em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sisu, para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

|Fonte: Agência Brasil

Em 2016, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade no Brasil foi estimada em 7,2% (11,8 milhões de analfabetos). Esse percentual apresentou relação direta com a faixa etária, aumentando à medida que a idade avançava, até atingir 20,4% entre as pessoas com mais de 60 anos.

A meta 9 do Plano Nacional de Educação (PNE), lei sancionada em 2014, previa a redução da taxa de analfabetismo para 6,5%, em 2015 no país, o que não foi alcançado, conforme mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) 2016, divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de analfabetismo para as pessoas pretas ou pardas (9,9%) - nomenclatura usada pelo IBGE - foi mais que o dobro da observada entre as pessoas brancas (4,2%) em todas as regiões do país.

Segundo o IBGE, o Nordeste apresentou a maior taxa de analfabetismo (14,8%), índice quase quatro vezes maior do que as taxas estimadas para o Sudeste (3,8%) e o Sul (3,6%). No Norte, a taxa foi 8,5% e no Centro-Oeste, 5,7%. A meta 9 do PNE para 2015 só foi atingida nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Para a analista do IBGE Marina Aguas, as políticas públicas de redução do analfabetismo devem focar as regiões Norte e Nordeste. No país, a taxa de analfabetismo para os homens de 15 anos ou mais de idade foi 7,4% e para as mulheres, 7%.

De acordo com a analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, Helena Oliveira Monteiro, a pesquisa mostra a continuidade das diferenças regionais e a desigualdade por cor ou raça. “Historicamente, pessoas brancas têm mais acesso à escola. Isso está associado à renda, que produz maior oportunidade de acesso ao ensino”, disse a pesquisadora.

Nível de instrução

No Brasil, 51% da população de 25 anos ou mais tinham até o ensino fundamental completo ou equivalente em 2016; 26,3%, o ensino médio completo, e 15,3%, o superior completo.

Considerando a cor ou raça, as diferenças no nível de instrução são significativas: enquanto 7,3% das pessoas brancas não tinham instrução, 14,7% das pessoas pretas ou pardas estavam nesse grupo. Situação inversa ocorreu no nível superior completo: 22,2% das pessoas brancas tinham esse nível de instrução, ao passo que entre as pretas ou pardas a proporção era de 8,8%.

No ano passado, o número médio de anos de estudo das pessoas com 25 anos ou mais foi oito. As regiões Nordeste e Norte ficaram abaixo da média nacional, com 6,7 anos e 7,4 anos respectivamente, enquanto as regiões Sul (8,3 anos), Centro-Oeste (8,3 anos) e Sudeste (8,8 anos) situaram-se acima da média.

|Fonte e Foto: Agência Brasil


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Um dos maiores jornais de circulação do país, Folha de São Paulo (Folha), trouxe a público em sua edição impressa desta terça-feira, 12, as médias por escola no Exame Nacional de Ensino Médio 2016. O jornal paulista fez um levantamento dos resultados da edição 2016 da prova, a partir da base de dados bruta divulgada pelo MEC (Ministério da Educação), para avaliar o desempenho escola por escola.

Este ano, mais uma vez, quando consideradas apenas as escolas de grande porte (com mais de 90 alunos matriculados no ensino médio regular seriado) e Indicador Socioeconômico Médio, cuja a unidade administrativa seja a rede pública, o Centro de Excelência Atheneu Sergipense - unidade que oferta ensino integral, obteve a melhor média geral no país nas provas objetivas, com 542,68 pontos. Em Redação, a média dos alunos do Atheneu foi 655,24 pontos.

De acordo com o secretário de Estado da Educação, Jorge Carvalho, todos os 307 estudantes do Atheneu Sergipense, alunos da 3ª série do ensino médio integral, que fizeram as provas do Enem 2016, com suas notas nesta avaliação, conseguiram acessar o ensino de nível superior em instituições de ensino públicas e privadas em diversos estados do país, "o que significa dizer que tivemos uma aprovação de 100% no Enem dos alunos que concluíram o ensino médio no Atheneu no ano passado, um número alcançado apenas por esta escola em todo Estado", destacou.

A reportagem da Folha excluiu escolas com menos de dez alunos do 3º ano no exame e/ou com menos de 50% do total desses estudantes na prova, seguindo critério do MEC de anos anteriores. Também levou em conta apenas escolas com pelo menos 61 estudantes na última série do ensino médio.

A tabulação resultou em um total de 8.314 escolas, sendo 6.978 (84%) públicas. As privadas somam 1.336 no país. A média foi calculada pela Folha com as quatro áreas da prova objetiva (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas, sem contar a redação).

Milton Dortas

Neste mesmo levantamento do jornal Folha de São Paulo, o Colégio Estadual Dr. Milton Dortas, localizado no município de Simão Dias, obteve a melhor média geral do país nas provas objetivas, quando consideradas as escolas de grande porte e Indicar Socioeconômico Baixo. A partir de 2018, juntamente com outras 24 unidades escolares da rede estadual, essa escola simãodiense, vencedora da etapa Estadual do Prêmio Gestão Escolar 2017, iniciará a implementação do Programa Estadual de Ensino Integral Escola Educa Mais.

Enem 2015

Apresentado em outubro de 2016, em coletiva de imprensa, o sistema de divulgação das notas por escolas no Enem 2015 classificou o Centro de Excelência Atheneu Sergipense como a melhor escola pública do país, quando consideradas todas as escolas de grande porte (com mais de 91 alunos matriculados no ensino médio regular seriado), com indicador de permanência elevada (80% ou mais dos alunos participantes fizeram todo o ensino médio na escola em que se encontravam matriculados em 2015), e Indicador de Nível Socioeconômico Médio.

Os resultados do Enem 2015 por Escola contemplam as 14.998 escolas que cumpriram o critério de ter pelo menos dez alunos participantes do Enem 2015 e ter taxa de participação igual ou superior a 50%. Diante da heterogeneidade de contextos onde as escolas estão inseridas, torna-se necessário considerar o resultado do desempenho dos alunos associado aos diferentes fatores que caracterizam estes contextos.

|Fonte: Assessoria de Comunicação/Com informações do Jornal Folha de São Paulo
|Foto: Eugênio Barreto/Seed

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As inscrições para a oitava edição do Programa Missão Pedagógica no Parlamento, oferecido pela Câmara dos Deputados, iniciaram no dia 6 de novembro e prosseguem até o dia 13 de dezembro. O objetivo é capacitar gratuitamente professores de escolas públicas de todo o Brasil em educação para a democracia, de modo a contribuir para a valorização da escola como espaço para a vivência de experiências e valores democráticos.

Para participar, é preciso que o interessado esteja trabalhando como professor regente, coordenador ou orientador pedagógico dos ensinos fundamental e/ou médio em escola pública. 

O ingresso no programa se dará por meio de inscrição inicial e participação no curso a distância "Educação para Democracia e o Parlamento". Serão disponibilizadas 16 vagas para a seleção por estado, totalizando 432 vagas. A inscrição deverá ser feita por formulário eletrônico e as vagas serão preenchidas por sorteio eletrônico. 

Seleção 

Participarão do Programa Missão Pedagógica no Parlamento os 54 professores, coordenadores ou orientadores pedagógicos com melhores desempenhos no curso a distância, sendo dois por estado.

A divulgação do resultado inicial do sorteio eletrônico será no dia 15 de dezembro de 2017. O processo seletivo: Curso a distância "Educação para Democracia e o Parlamento" se estenderá de 19 de fevereiro a 6 de abril de 2018. A divulgação do resultado final do processo seletivo será no dia 7 de maio de 2018. 

Programação 

O Programa Missão Pedagógica no Parlamento é dividido em dois módulos: uma formação presencial durante uma semana em Brasília com carga horária de 40h, que será realizado de 4 a 8 de junho de 2018, e outra na modalidade de educação a distância do Módulo de Aplicação com carga horária de 50h, de 30 de julho a 9 de novembro de 2018. A Câmara dos Deputados custeia passagem aérea, hospedagem e alimentação para que os educadores selecionados participem do Módulo Presencial. 

O módulo presencial aborda conhecimentos relacionados à educação para democracia nas escolas e temas relativos às instituições democráticas, em especial, o Parlamento. As despesas para esta etapa em Brasília são custeadas pela Câmara dos Deputados. 

No módulo a distância, os participantes irão desenvolver uma ação de educação para democracia em sua comunidade escolar, de acordo com os princípios vivenciados durante a formação presencial e tendo como foco o Poder Legislativo. 

Certificado de participação 

Os educadores que concluem o programa com êxito recebem certificado emitido pelo Centro de Formação, Treinamento e Desenvolvimento da Câmara dos Deputados, com carga horária de 120 horas, sendo 30horas do processo seletivo e 90horas do programa. 

Os educadores que foram aprovados no curso "Educação para Democracia e o Parlamento", mas não foram selecionados para participar do Missão Pedagógica no Parlamento, receberão certificado com carga horária de 30 horas. 

Mais informações podem ser obtidas no Portal da Câmara na internet

|Fonte: Assessoria de Comunicação
|Foto: Divulgação

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As novas regras para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foram sancionadas nesta quinta-feira (7) pelo presidente Michel Temer, em cerimônia no Palácio do Planalto. Temer classificou a medida como um exemplo da “educação do século 21”. “O Fies novo se reporta ao Fies antigo, mas é uma novidade. É a educação do século 21, é trazer o país para o século 21”.

O presidente também destacou a utilização dos fundos constitucionais, utilizados apenas em políticas de desenvolvimento nacional, no Fies. “A primeira ideia que as pessoas tinham era que o desenvolvimento nacional se ancorava apenas na indústria, comércio e serviços, e não exatamente na educação. Em uma interpretação sistêmica, conseguimos revelar que seria possível a utilização do fundo constitucional na educação. Porque educação é desenvolvimento”.

Para o ministro da Educação, Mendonça Filho, as novas regras auxiliam o estudante a ingressar no ensino superior ao mesmo tempo que respeitam o ajuste fiscal preconizado pelo governo. “Precisamos levar em consideração a sustentabilidade também no aspecto econômico. Não adianta ter picos de crescimento, de oferta de crédito e logo mais a conta volta para o contribuinte. O Fies novo é um Fies que segura uma política pública dirigida aos mais pobres, preservando o equilíbrio fiscal”.

Entenda o novo Fies

O novo programa traz mudanças na taxa de juros, no prazo para pagamento do saldo devedor e amplia a faixa de renda para os interessados no financiamento.

As regras começam a valer para os contratos firmados a partir do primeiro semestre de 2018. O estudante que já tem contrato em andamento poderá migrar para as novas regras. De acordo com o Ministério da Educação, no total serão criadas 310 mil vagas para o próximo ano.

Uma das principais mudanças do novo Fies é a oferta de 100 mil vagas a juro zero para estudantes mais carentes. As demais vagas terão juros variáveis de acordo com o banco onde for fechado o financiamento. Atualmente, a taxa de juros é fixa em 6,5% ao ano.

Segundo o ministro da Educação, Mendonça Filho, as taxas devem ficar bem menores que as praticadas hoje. “É possível financiar 100% do curso. As taxas de juros do Fies II serão determinadas pela política de crédito dos fundos constitucionais administrados pelos bancos regionais. Para cerca de 150 mil contratos [Fies II] você vai ter uma taxa de 3,5% no máximo, o que é um ganho enorme para jovens do nosso país”.

Fim da carência

Ficou estabelecido também o fim do prazo de carência de 18 meses, após a conclusão do curso, para que o estudante comece pagar o financiamento. O estudante deverá iniciar o pagamento no mês seguinte ao término do curso, desde que esteja empregado.O prazo máximo para pagamento será de 14 anos.

O dinheiro será descontado diretamente do salário do empregado que tiver emprego formal, por meio do eSocial, sistema já utilizado atualmente pelas empresas para pagar contribuições e prestar informações ao governo. Caso o estudante não tenha renda, o saldo devedor poderá ser quitado em prestações mensais equivalentes ao pagamento mínimo do financiamento. O mesmo critério será utilizado para o estudante que perder o emprego e para quem desistir do curso.

Para ser financiado, o curso de graduação deve ter conceito maior ou igual a três no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior ou ter autorização do MEC para funcionamento. Segundo Mendonça Filho, haverá cursos prioritários para financiamento. Cursos de formação de professores estão entre os priorizados.

Novas modalidades

Antes, o Fies era concedido apenas a quem tem renda familiar per capita de até três salários mínimos. O novo Fies tem novas modalidades destinadas também a estudantes com renda de até cinco salários. Os interessados devem ter nota mínima de 450 pontos e não podem zerar a redação no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), em uma ou mais edições desde 2010.

O novo Fies apresenta três modalidades. Na primeira, serão ofertadas as 100 mil vagas a juro real zero para estudantes com renda familiar per capita mensal de até três salários-mínimos. Os recursos para este financiamento virão da União.

A segunda modalidade é destinada a estudantes com renda per capita mensal de até cinco salários-mínimos. A fonte de financiamento serão recursos de fundos constitucionais regionais com risco de inadimplência assumidos pelos bancos. Serão ofertadas 150 mil vagas em 2018 para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

A terceira modalidade também vai atender estudantes com renda per capita mensal de até cinco salários-mínimos com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O risco de crédito também será dos bancos. Serão ofertadas 60 mil vagas para todos as regiões do país.

Pagamento de atrasados

Para quem está devendo prestações do plano, foi criado o Programa Especial de Regularização do Fies. O programa permite que aqueles que tiverem contratos atrasados, com parcelas vencidas até 30 de abril de 2017, possam fazer o pagamento quitando 20% do saldo em cinco vezes e o restante em até 175 parcelas.

Fundo Garantidor

A lei que altera o Fies também cria o Fundo Garantidor do Fies (FG-Fies) que será de adesão obrigatória pelas faculdades que participam do programa. O objetivo do fundo é garantir o crédito para os financiamentos. Dessa forma, mesmo com o aporte da União, o fundo será formado principalmente por aportes das instituições. A previsão é de tenha caixa de R$ 3 bilhões.

Sustentabilidade

De acordo com o Ministério da Educação, as mudanças têm o objetivo de garantir a sustentabilidade e continuidade do programa. Dados do ministério apontam que a taxa de inadimplência do Fies atingiu 50,1% e, em 2016, o ônus fiscal do fundo foi de R$ 32 bilhões. A expectativa do ministério é que a taxa de inadimplência caia para uma média de 30%.

|Fonte: Agência Brasil
|Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

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